Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015

Das ausências

Tenho estado ausente ou por outro lado, semi-ausente. Continuo deste lado e até tenho vindo ao blogue porque vou tendo ideias que quero registar (my very own greenish notebook) e partilhar; abro o editor de posts, coloco lá a ideia principal e... népias. Como me parece que não consigo desenvolver a ideia - qualquer uma delas - guardo o rascunho e vou embora. Hoje é o dia (yes I can) em que vou pôr a limpo 3 ou 4 rascunhos guardados (or so I hope). Fingers crossed!


publicado por blue258 às 22:58
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Não abandone as suas plantas no Verão

Na falta de um vizinho ou amigo que lhe possa ir regar as plantitas nas férias, leve-as consigo! Elas agradecem.

 

 

 

 

Se for viajar, coloque-as de férias no Hotel Mamma mia, que é como quem diz, peça à mãe para cuidar delas na sua ausência. Foi o que eu tive de fazer com as minhas. Como ia ter de me ausentar uma semana e na seguinte sabia que não teria tempo para cuidar das minhas plantas como devia, levei logo em Julho as minhas aromáticas para casa da minha mãe - estas precisam de rega quase diária - e pedi a um amigo para me ir regar a orquídea e as suculentas uma vez por semana. Findo o mês de Julho trouxe-as finalmente comigo e elas parecem ter gostado. 

 

 

 

Escusado será dizer, JAMAIS abandone os seus animais de estimação. 

Já agora, não abandone o seu blogue nas férias. O Sapinho agradece :)


publicado por blue258 às 22:10
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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2013

Mimos

A Blue não tem facebook, por isso imaginem a minha surpresa quando, através do meu facebook pessoal, vi este miminho:

 

 

 

E nós é que somos mimados. Tanto. Assim sem contar.

 

 

 

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publicado por blue258 às 00:43
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Sábado, 22 de Junho de 2013

Blogue e coisas (palavras)

Perdi as horas a rever posts antigos. A um ou outro, ajustei o espaçamento, adicionei a tag música onde via que estava em falta. Acabei por desistir de ajustar o espaçamento porque percebi, a dada altura, que o mesmo, ou a falta dele, se verificava em todos. Coloquei 6 posts em privado. Apenas 6. Privados, demasiado privados, achei eu. Nada de importante, nada de maior importância para o blogue. Desabafos, simples desabafos que se fazem à(s) melhor(es) amigas. Àquelas do peito. Cospe na mão e aperta aí. Qualquer coisa do género. 

 

Reli posts carregados de sentimento. Abismei ao ler coisas escritas (sentidas) por mim. Coisas. 

 

Ouvi músicas postadas (nunca gostei deste termo). Música boa. Alguma roubada - fazia parte de uma categoria aqui do blogue. Dava-me para trazer emprestado. Que é como quem rouba. Música, palavras. Que me diziam - disseram - tanto. Que por incrível que pareça, ainda dizem. Tanto.

 

Dei por mim a viajar na  minha própria vida. Foi giro. Uma volta no carrossel. Velocidade a mais e fico de cabeça tonta. Páro, acalmo e sigo. Há ali uns meses que por mim apagava. Sinto-me irritada, até. Porque será? Há ali uma altura da minha vida que por ter sido a altura que foi, a altura em que sufocava, sim sufocava, por falta de ar, mas por falta de algo muito mais importante. Que conta mais do que o ar que respiramos. 

Depois músicas que são... foram. Imagens. Porque associas e não dá como não o fazer. Tenho de te ligar, saber de ti. Há pessoas que marcam. Umas ficam, outras nunca foi suposto ficarem. 

                                                                                  ...

 

Continua a música boa, mas tão boa que dá gosto ouvir. Conforme recuo no tempo (blogue) percebo que escrevi umas coisas giras. Outras parvas (muito parvas). Tinha (ou tenho) o meu q.b. de miúda parva. Se me arrependo? De nada. Se faria tudo de outra forma? Já não teria sido eu a miúda parva daquela altura. Hoje seria diferente. Continuo a ser a mesma miúda parva que não gosta de dormir fora de casa. A não ser que a minha casa esteja comigo. Home is where your heart is, remember?


Encontro coisas (palavras) tão giras, tão giras, que um dia faço um best of. Com coisas minhas (que na realidade não são só minhas, são também de quem as lê), coisas roubadas que não eram minhas, mas a partir do momento em que as trouxe para aqui, passaram a ser minhas também. Blue258 não se fez (faz) sozinho. Fez-se com coisas minhas, coisas roubadas, e coisas que cá foram deixadas.

 

De propósito ou sem querer. Mas a verdade é que aqui guardo pedacinhos. Memórias. Valeu a pena esta coisa do blogue. 

 

 


publicado por blue258 às 09:16
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Terça-feira, 8 de Março de 2011

O blogue fez dois aninhos...

 

E eu deixei passar a data em branco. No início do mês, ou melhor, na semana passada, pensei: estou a esquecer-me do aniversário de alguém. De quem será? Afinal, era o da Blue. Vamos festejar: morangos e champagne. É a vontade que tenho. 

 

E pensar que este blogue já foi pele, paixão e...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

[imagem retirada da net]


publicado por blue258 às 23:27
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Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010

Feliz Ano Novo!

 

 

«It took me nearly a year to get here. It wasn't so hard to cross that street after all, it all depends on who's waiting for you on the other side.»

Elizabeth, in My Blueberry Nights

 

 

 

 

Once I wanted to be the greatest
No wind or waterfall could stop me
And then came the rush of the flood
The stars at night turned you to dust

 

 

Fazendo agora uma retrospectiva do ano que passou, uma retrospectiva daquelas tão típicas de fim de ano, daquelas que parecem impor-se sorrateiramente, sorrio. Sorrio. O caminho que percorri. O que eu mudei, o que eu optei por mudar, o que eu consegui até agora, e tudo aquilo  que me proponho ainda alcançar. Se custa? Custa, e muito. Se se desanima? Também. Mas vale a pena. Isso, sem dúvida nenhuma.

E vale a pena mesmo sem termos quem nos espere do outro lado. Vale a pena a coragem, a força, a determinação para cruzar outros caminhos. Para voar. E mesmo sem termos quem nos espere, há sempre quem espere por nós, mesmo sem saber que nos espera. E nós, nós, mesmo sem saber, esperamos por eles também. E pode ser que nos encontremos, mais cedo ou mais tarde, numa dessas encruzilhadas que a vida nos apresenta.

 

Esperamos uma vida por alguém que faça a diferença. Que acrescente. Que nos acrescente. Que nos faça ver a força que temos dentro de nós. Que nos leve a voar de novo. E isso, isso, não tem preço. E quanto a ti, a ti, só posso dizer que um ano passou e continuo a ter-te na minha vida. E como foste, és, importante.

 

A todos os que me acompanham desde o ano passado: um bem-haja. Ergo o copo a vós, e brindo: foi bom ter-vos encontrado.  É bom ver-vos, ter-vos ainda na minha vida. Saber-vos à distancia de uma mensagem, de um email, de um telefonema, de um abraço.* Aos que se acabaram de juntar: um brinde a essa força maior que nos colocou na vida uns dos outros. Este ano, deixo-vos poucas palavras, mas compenso com algo ainda melhor: um abraço. Daqueles, que dizem tanto.

 

 

 

P.S. E será esta música a última do ano no blogue. E parece-me perfeita. Perfeita. Sinto que não poderia ser outra. Porque é isto que devemos desejar todos os dias. Porque é esta a força que nos deve fazer respirar todos os dias. Porque é o que eu espero de mim. Porque é o que eu que eu quero de vós.  O melhor que temos em nós. Feliz Ano Novo a todos.

 

 

* Palavras semi-roubadas.


publicado por blue258 às 16:31
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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

...

Depois de montes de fotografias, estaciono junto à marina. Faço o caminho a pé até à biblioteca. A nossa biblioteca é linda. Já vos tinha dito isso? E a vista, a vista é simplesmente absurda. Encontro inesperado. Verdade. Depois, quando chego a casa, bate-me algo assim, de rompante. Mas seria coincidência a mais.

 


publicado por blue258 às 00:45
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

...

carência
s. f.
1. Falta do preciso.
2. Necessidade.
3. Privação.

O cair da noite  trouxe à flor da pele a falta que o meu coração sentia. Uma falta que apesar de não ser física, se torna latente em cada músculo, em cada fibra do nosso corpo. Um movimento, por mais leve que seja, aviva a dor do que pensas sentir. Traz à superfície o que pensavas esconder tão bem lá no fundo. O que colocaste num baú fechado a cadeado, e resolveste guardar, como um tesouro, bem no fundo do mar. Enterraste na areia fugidia, moveste pedras, temendo que mesmo assim se libertasse. Cobriste com a pressão das águas. Com a imensidão da profundidade. O  cair da noite reavivou a carência em  mim.

 

 

«posso contar pelos dedos da minha mão direita, o número de vezes em que toquei a tua pele. e sobra. decidi não relembrar o dia em que tudo começou, já passaram meses, mas achei supérfluo contar os dias. também acho que não os contas, ou que não tens onde os contar. ainda me deixas nervosa, e nem sempre sinto que tenho permissão para te tocar. assustas o que em mim ainda resta sentir. deito-me ao teu lado durante a noite e a intimidade que nos calha no olhar, não se deixa derreter até algo sólido. durmo do lado da janela, e apesar de querer, temo que o meu pé junto ao teu seja inapropriado. estranha relação, esta. onde falar é campo minado, onde tocar é algo escorregadio que por vezes perde a importância entre amantes. medo, metes-me medo.»

 

adele shulze. no velhos hábitos


publicado por blue258 às 21:49
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Estava eu a ver o jogo do Sporting

Não me perguntem porquê, mas estava efectivamente a ver o jogo colada à lareira, quando leio, naqueles placards electrónicos que delimitam o campo:

 

Blue Blue Blue Blue Blue Blue Blue

 

Os olhos arregalaram, o sorriso abriu, e pensei: só faltava o 258. Depois lembrei-me que tinha um post em aberto, que tinha algo para escrever, que tinha efectivamente deixado algo a meio.

 


publicado por blue258 às 21:42
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Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010

Do portátil emprestado

Na hora de o devolver para as mãos do dono, ou dona, neste caso, arrumam-se as coisas, guardam-se os pertences pessoais nas caixinhas, e faz-se uma limpeza à casa, porque claro, impõe-se a limpeza do histórico do browser. No entanto, esta maravilha que é o windows, faz o favor de guardar os mails na caixa de login.

O do hotmail, não fornece problema algum, agora, o do sapo, o do sapo está a dar-me cabo da cabeça. É que basta passar por lá, clicar, e aparece logo blue258@sapo.pt. Ora, isto, desperta a curiosidade com certeza, e o problema é que a amiga, dona do portátil, não sabe da existência do blogue. E amiga vai chatear-me a cabeça se descobre que tenho um blogue e não lhe disse nada. Mas o blogue é da Blue, não é meu. Será que cola? Duvido.

 

 

Como é que se apaga aquilo? Alguém me sabe explicar? Eu agradeço.

 


publicado por blue258 às 11:42
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Segunda-feira, 1 de Novembro de 2010

Do coração que é parvo

 

Há uma miúda, a Blue, que diz que o coração é parvo. Se é parvo ou não, essa não é a questão. O que conta, o que importa mesmo, é o que se sente, o que alguém nos faz sentir. Porque acreditem, podemos estar com uma pessoa e não sentir absolutamente nada - o coração em estado de repouso condicionado como se a velhice tivesse tomado conta de nós antes do tempo; podemos cruzar o caminho de outro e sentir o coração bater descompassado - ah, afinal estou viva, ai como bate este coração, de um vermelho fulgurante que me trespassa a alma.

E ao passar por esse alguém na rua, sentimos o coração bater a mil. Ao vislumbrar um só pedacinho seu, sentimos o abalo do coração. E isso, meus amigos, é a forma do coração vos dizer: segue naquela direcção.

O que fazes parada(o)? Corre! Segue o (teu) coração.

 

 

 

 

 

Pouco importa como começou (ou como começam) todos os assuntos do coração. De alguma forma começam, mesmo sem se procurar, mesmo sem se saber, mesmo sem nos apercebermos logo de seguida. Começam. Acontecem. Dão-se. Damo-nos.

 

 


It started out as a feeling
Which then grew into a hope
Which then turned into a quiet thought
Which then turned into a quiet word

And then that word grew louder and louder
'Til it was a battle cry

 

 

O coração quando sente, não nega. Negamos nós por ele, batendo o pé, incrédulos a princípio, e logo depois, contrariados por algo que sabemos não poder controlar. Finalmente, assumimos o que prova ser inegável: é impossível contrariar algo que já faz parte de nós. Seria negarmo-nos a nós próprios. Negarmos quem somos. Tentamos, todavia, calar o coração. Amordaçamo-lo. Sequestramo-lo. Fazemos dele refém. Mas ele não se cala. Ele não cede. Ele não verga. Procuramos então seguir outro caminho, percorrer um atalho, desviar por uma estrada secundária.

Queremos ludibriá-lo, e ele apercebe-se disso. Dispara continuamente balas de sentimentos. Tiros certeiros. Acerta-nos com cada um deles, e nós aguentamos, tentamos manter o passo firme, mas começamos a sentir a fraqueza,  sentimos o sangue esvair-se, quase tombamos, procuramos apoio, voltamos a erguer a postura, buscamos as forças para continuar, não sei eu onde, mas percebemos que não dá. Pensamos então que o melhor será então voltar atrás, mas nisto do coração não há voltar atrás, e ainda melhor do que voltar atrás, é cortar caminho, saltar muros, cair,  esfarraparmo-nos, sangrar mais um bocado, (re)abrir feridas, e levantarmo-nos, mesmo que a muito custo, mas seguir, seguir sempre o coração.

 

 


Never give up loving
Unless you have to
Never leave your lover
Unless you must
Cause it will haunt your
Empty heart forever
Til your body turns to dust

 

 

E se nos perdermos? Não sabemos o caminho. Sabemos onde queremos chegar, o destino, mas não sabemos como chegar lá. Não temos mapas, direcções ou indicações de um posto de turismo qualquer. Não. Temos de nos armar em descobridores e traçar o nosso próprio trilho. Se é difícil? É. Muito. Se encontramos sempre o nosso destino? Nem sempre. Se mesmo assim vale a pena? Vale. Quanto mais não seja porque nos vamos encontrando a nós pelo caminho. E só por isso, vale a pena.

 

 

I never loved nobody fully
Always one foot on the ground
And by protecting my heart truly
I got lost in the sounds
I hear in my mind
All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind all this music

And it breaks my heart
And it breaks my heart
And it breaks my heart
It breaks my heart

And suppose I never ever met you
Suppose we never fell in love
Suppose I never ever let you kiss me so sweet and so soft
Suppose I never ever saw you
Suppose we never ever called
Suppose I kept on singing love songs just to break my own fall
Just to break my fall
Just to break my fall
Break my fall
Break my fall

All my friends say that of course its gonna get better
Gonna get better
Better better better better
Better better better

 

 

 

P.S. E porque devemos deixar o coração falar, e porque estou farta de litígios entre a razão e o coração, o blogue terá um novo autor. Dentro em breve, o coração falará livremente.


publicado por blue258 às 18:43
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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

You'll find a ladder to my heart

A caminho dos correios - ainda as burocracias - dei por mim a pensar: ena, há tanto tempo que eu não falo do coração no blogue. E logo eu, que tinha o firme propósito de exterminar tal assunto deste recanto, dou por mim a pensar que afinal, afinal, não me sinto tão bem como supostamente pensava que  me sentiria ao fazê-lo. Tudo bem, estava zangada com o coração, bati o pé e falei mais alto. Não há mais lamechice aqui no blogue. Acabou-se. Já não seria a primeira vez em que tal extermínio ditador tentava tomar de assalto a direcção do blogue.

Entretanto, passei pelo Shiuuuu, e ouvi esta música. E não resisto, é que não resisto mesmo. A verdade é que há uma escada para o meu coração, há. Mas acontece algo ao estilo da Starship Enterprise, e do género: beam me up, Scotty. E só dá para um. E o pior,  é que aquela coisa parece que tem código, e ainda por cima é daqueles todos xpto, com impressão digital e reconhecimento de voz: só dá para aquele. Aquele.  Aquele. Acho que já deu para perceber a ideia...

A Biometria serve-se da premissa de que cada indivíduo é único e possuí características físicas e de comportamento (a voz, a maneira de andar, etc.) distintas. E o coração, já se sabe, não é nada fácil de enganar. Acreditem, eu já tentei. Ainda por cima, o coração é sensível a todo um sistema de informação que escapa aos demais dispositivos de identificação. Mesmo ao estilo de The Matrix, estão a ver? É isso tudo: um mundo paralelo. Depois digam-me lá que o coração é parvo. Ou não.

 

 

Woe is me
Faithless you and selfish me
I will leave a key for you outside my doorway

Woe is me
One if by the land or two by sea
So won't you leave for me a light outside your doorway

On a ladder from there to here I'll climb
All this clatter between my ears I find
Does it matter if i can't clear my mind
There's a right and a wrong time

 

sinto-me: sci-fi

publicado por blue258 às 20:00
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Terça-feira, 5 de Outubro de 2010

Comunicado

Mau tempo, ventos violentos, chuva incontrolável. Estática na linha. Esperamos retomar a emissão do Blue 258 muito em breve.

 


publicado por blue258 às 21:50
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010

...

Li coisas que poderia pegar nelas e publicá-las de novo: são actuais - sinto-as, quero-as. Não me consegui decidir por nenhuma em particular - só não resisto a colocar esta música:

 

 


I've fallen in love with you
Please, tell me, tell me what else was there to do
When feelin lips like yours and looking into eyes like yours
Oh, I might as well face it
Cause it's true
Yes, I've fallen in love with you


publicado por blue258 às 01:58
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Reler

Estive a reler-me. A viajar pelo tempo de post em post. Porque me apeteceu. Simplesmente por isso. Li coisas lindas, outras parvas, algumas profundas. Relembrei momentos bons, outros maus, outros divertidos e alguns hilariantes. Foi bom reler os menos bons e  senti-los como parte de um determinado momento da minha vida - senti-los ainda meus - mas conseguir relê-los de forma distante. Continuam a dizer-me muito - foram/são meus - mas é como se já não me afectassem de modo algum. Sou como uma simples leitora que acabou de chegar aqui.

 

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publicado por blue258 às 01:00
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