Sexta-feira, 15 de Abril de 2016

O Universo a falar-me

«um dia aprendes que quando sentes o coração a apertar, vais repetir que em frente é o único lugar.

um dia aprendes que podes não saber (ainda) tudo aquilo de que és capaz, mas gravas na pele que nada nem ninguém merece que ponhas em risco o único amor que nunca vai desistir de ti: o próprio.»

 

às nove no meu blogue

 

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2015

Dos desafios que nos tocam a alma

A Dani, que já é dona de um pedacinho do meu coração há tanto tempo, lançou-me o desafio de "escrever uma carta àquele(a) que te ama, ou àquele(a) que te vai amar." Quando vi a notificação, fui logo lá; li, calei, sosseguei o meu coração, disse-lhe tem calma, ninguém sabe que estas palavras também falam de ti, também te escrevem, mesmo sem saberem. Sossega coração, que já és crescido, não tens de ter medo de ler verdades. E é por isso que eu transcrevo na íntegra as palavras da Dani; é por isso que as quero aqui, para me lembrarem, para eu me poder ler e reconhecer. Para eu saber (o que já sei tão bem).

 

aproximas-te de mim devagar, como quem tem medo que eu possa fugir, e abraças-me a alma na esperança de me entrares no coração. admiro a tua forma ingénua de sentires que me tens e me conheces inteira. mas o que tu não sabes é que, mesmo que a minha alma se deixe abraçar por ti e o meu coração te deixe entrar, há coisas minhas que tu não conheces. há coisas que tu não sabes. não sabes que antes de ti já alguém me abraçou a alma, morou no meu coração e me roubou pedaços dele. não sabes que eu nunca recuperei esses pedaços e que nunca os vou recuperar. não sabes que a falta deles já não me dói. não sabes que as cicatrizes do coração, mesmo que saradas, são as mais fundas que podes ter. não sabes que, depois destes anos todos, eu nunca voltei a sentir alguém assim. não sabes que, depois destes anos todos, eu nunca voltei a deixar alguém entrar e ocupar esse lugar na minha vida e no meu coração. não sabes que, mesmo que a minha alma se deixe abraçar por ti e o meu coração te deixe entrar, eu ainda posso fugir de ti.

 

Dani

 

 


publicado por blue258 às 10:54
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Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

O homem que pinta corações

521020.jpg

 

 

Desde 2011 que começaram a aparecer nas paredes de São Miguel, Açores. Numa rua de Ponta Delgada, numa casa abandonada na Caloura. Corações. Pinturas de corações a nascer nas paredes da ilha. Yves Decoster, belga tornado açoriano há 26 anos, tem uma história para contar.


publicado por blue258 às 11:29
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Terça-feira, 17 de Março de 2015

Já faz um tempo que eu queria escrever amor

 

Me despeço dessa história e, concluo, a gente segue a direcção que o nosso próprio coração mandar. E foi para lá, e foi para lá.

 

 

*Roubado num abraço :)

música: Assinado - Tiê

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Serendipity

serendipity.jpg

Breaking Hearts by James Vincent McMorrow on Grooveshark

 

Hoje de manhã cedo, ao ouvir o álbum com que me deitei ontem, descobri a música que procurava no outro dia (quarta música da playlist ali ao lado). " Too long", dizia eu. E é verdade. Contava eu num outro post que seria um duo - não tenho a certeza, mas provavelmente era eu a voz feminina a cantarolar o refrão no sonho.

 

See I've been, breaking hearts, for far too long
Loving you, for far too long,
Making plans now, for far too long
Yes I've been breaking hearts, for far too long
Loving you, for far too long,
It's time I leave, it's time I'm moving on.

 

De novo o coração a pregar partidas. O coração, sempre o coração. Há muito que não ouvíamos aqui falar do coração. E se isto não é pura ironia, karma, com serendipity à mistura, então eu não sei o que será.

 

When I need the shelter, I'll know just who to call
When I need the shelter, I'll be knocking on your door
But when it comes to dying, I'll do it on my own

 

 


publicado por blue258 às 12:48
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2014

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Domingo, 17 de Agosto de 2014

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publicado por blue258 às 23:16
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Segunda-feira, 21 de Março de 2011

Aí está ela, a Primavera

E com ela, este sol, este calor, e aquele puto insolente, de arco na mão, a disparar flechas ao acaso e a complicar-nos a vida. Deixo-vos desde já o aviso para protegerem o coração. O meu está revestido a aço blindado e a muralhas de gelo. Por dentro e por fora, não vá o diabo tecê-las...

 

 

 

 

P.S. É que mesmo em casa, quer-me parecer que não estamos a salvo. No sábado à tarde, a fazer a limpeza da casa, de janelas abertas, de vez em quando tinha o reflexo de me baixar e esquivar ao que, pensava eu, poderia ser uma flecha vinda de lá de fora. Riam-se, vá, riam-se. Quando vos acertar... até choram.

 

música: Cupid - Amy Winehouse

publicado por blue258 às 12:48
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Domingo, 9 de Janeiro de 2011

...

 

«Acho que o Amor, quando acaba, deixa nas coisas esta mesma fragrância. Nas caixas, nos automóveis, nas casas, nas ruas, nos cafés e principalmente na cama. E que não se vai de vez. Antes fosse. É uma espécie de dança doce que sabe como se fosse amarga. E não acredito em homens apaixonados que passem incólumes por esta dança fantasma.»

 

 

Bagaço Amarelo, no não compreendo as mulheres

 

 

 

Ler texto na íntegra, aqui.


publicado por blue258 às 22:46
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Mil Vezes Mais,

Li isto, hoje, na página do facebook da irmã daquela nossa amiga, aquela, que é tanto. Lembrei-me de ti. Inevitavelmente, lembrei-me de tudo.

 

 

«Á deriva num rio procuramos agarrarmo-nos a uma rocha para estarmos seguros. Mas é quando nos conseguimos desprender e nos deixamos, que percebemos a beleza de não controlar a corrente, mas apenas decidir em que direcção flutuar....»

 

 

P.S. E não poderia vir mais a propósito.


publicado por blue258 às 22:19
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Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010

Cortá-lo às postas e vendê-lo na lota

O coração. O coração.

 


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Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010

Dos clicks

Dizes que não estás à procura de nada (de ninguém). Aliás, passas os últimos meses a repeti-lo aos amigos mais próximos: não quero ninguém nos próximos tempos, não quero ninguém. Quero estar sozinha, quero poder ser eu. Eu. Quero um tempo para mim, dizes tu. E acreditas no que dizes, sabes que é verdade, sabes ser aquilo que precisas, aquilo que queres, mesmo que aos olhos dos outros possa parecer estranho. Mas é o que queres. É o que sentes. Correu-te mal, ou não - porque estas coisas não correm mal, são como são, e com tudo o que vives, aprendes - aquilo de seguir o coração.

 

— ... 

— Segui o meu coração até aqui. Segui o meu coração até ti. 

— E por isso vales ouro.

— ...

 

Se naquele momento me pareceu bater de frente num beco sem saída, pouco depois compreendi que nada na vida são becos sem saída. São encruzilhadas, isso sim. Entroncamentos, diria eu. Tens um tempo para te deixar estar, indecisa/o sobre o rumo a tomar, duvidas sobre qual será o próximo passo a dar. Demoras o teu tempo, o tempo que é sempre teu, apenas teu. E a dada altura, dás por ti a caminhar, a seguir em frente. Porque é inevitável seguir em frente. Por mais que isso te custe. Por mais que... ainda te lembres. O raio do coração não te deixa esquecer tão facilmente. Não. É parvo, quantas vezes o disse eu? O coração é parvo.

 

Ainda há dias pensava eu: este blogue já foi pele, paixão e... tu. Porque foi. Escrevi as coisas mais lindas,  ditadas pelo coração. Senti. Orgulho-me delas. Orgulho-me de ti. De mim. De teres aparecido na minha vida. Porque foste importante. És. Tanto. Mas a vida continua, e eu deixei-me levar, empurrada pela inevitabilidade das coisas. Estava numa fase em que não queria que me falassem em seguir o coração, em deixar falar o coração, estava, confesso que estava. Mas o coração prega-nos partidas. Oh se prega. E aqui entram os clicks. Pois é. Os clicks.

 

Os clicks são como que sopros no coração - fazem-te sentir uma fraqueza estranha imiscuída na força que sentes, que sabes sentir - e são um problema, oh se são. Podes estar determinada/o em não os querer, mas eles dão-se sem sequer pedir a tua permissão. Podes lutar contra eles, dizer que nem pensar, que não queres, mas quando se dá o click, não há volta a dar. Está lá, e é como se tivesse aberto uma janela no coração quando havias decidido fechar a porta. Fechado para obras. Era o letreiro que inconscientemente pensavas ter pendurado à porta. Mas esqueces-te que não mandas no coração. E que o coração é parvo.

 

 

 

 

 

Dás por ti a ter que lidar com algo que dizias não querer. Começas por querer esconder, até negar, mas tu sabes como estas coisas funcionam. Chegas a um ponto em que por mais que tentes, não o consegues ocultar. E esta história toda ainda se torna mais complicada quando do outro lado, também se dá o click. Porque deduzo que pudesses sentir um click e do outro lado não ser correspondida/o, o que tornaria as coisas muito mais simples. Pensas tu. E nisto dos clicks, também entram os sinais. Os sinais que procuras evitar e que mesmo assim não consegues controlar. E o que é que tu fazes? Tentas mostrar algo que não corresponde à verdade, iludir o que sentes, e que ainda nem sequer sabes bem o que é, e cuja dimensão ainda desconheces por completo. Confundes a pessoa que está do outro lado. E recebes os mesmos sinais trocados de volta. Porra que o coração é mesmo parvo! Pensas até estar destreinada/o destas coisas - e se calhar, na verdade, até estás. Mas não estamos sempre?

 

Mas quando há algo, não há como negar. Nem como esconder. Quem está de fora, percebe, percebe aquilo que queres esconder, ou que ainda te negas a aceitar. E tu vês-te envolvida/o. Resistes. Mas acabas por te deixar que te envolvam ainda mais. Mas como o coração é parvo, e parecemos sempre novatos nestas coisas do coração, temos medo. Damos um passo para logo depois darmos dois atrás. E disso eu não gosto. Sou controlada. Muito. Demais. Até um ponto. Gosto de saber com o que posso contar. E não gosto nada de me ver assim envolvida. Que é bom, é. Mas até certo ponto. Quando se assume, quando o colocas em palavras, cruza-se uma linha, e todo e qualquer retrocesso que eu me veja obrigada a fazer depois, incomoda-me. E muito. Acabo a pensar em que deviam existir uns requerimentos quaisquer em que se pudesse pedir o impedimento destes clicks. Porque não estava mesmo nada à espera. Porque não os procurava. Mas isto serve para aprender que estás sujeita/o. Ao que te dita o coração. E depois? Depois dás por ti a ter de fazer controlo de danos. Vá lá que sou perita nisso.

 

 

E o que decides fazer? Deixar-te ir. Viver um dia de cada vez. Não ter expectativas. De nada. De ninguém. Viver a tua vida, seres tu própria/o e esperar que o coração não te volte a pregar partidas tão cedo. Porque lá no fundo, não estás à procura de nada. Mas compreendes que mesmo que não procures, mesmo que tentes caminhar pela berma da estrada, estás sujeita/o a embates. A atropelamentos.

 

 


publicado por blue258 às 14:05
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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010

Eu não sei quem trago comigo (quer dizer, lá no fundo, até sei - sabe o coração, que é parvo)

 

Eu fui devagarinho, com medo de falhar, não fosse esse o caminho certo, para te encontrar. Fui descobrindo devagar... cada sorriso teu. Fui aprendendo a procurar, por entre sonhos meus. Eu fui assim chegando, sem entender porquê. Já foram tantas vezes tantas... Assim como esta vez. Mas é mais fundo o teu olhar, mais do que eu sei dizer. É um abrigo pra voltar ou um mar pra me perder.

 

Lá fora o vento nem sempre sabe a liberdade. A gente finge mas sabe que não é verdade. Foge ao vazio enquanto brinda, dança e salta. Eu trago-te comigo... e sinto tanto, tanto a tua falta.

 

Eu fui entrando pouco a pouco. Abria a porta e vi que havia lume aceso e um lugar pra mim. Quase me assusta descobrir que foi este sabor que a vida inteira procurei,  entre a paixão e a dor.

 

Lá fora o vento nem sempre sabe a liberdade. Gente perdida balança entre o sonho e a verdade, foge ao vazio, enquanto brinda, dança e salta. Eu trago-te comigo... E sinto tanto, tanto a tua falta.

 

 

 

P.S. A minha menina dos abraços tem uma pontaria...


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Segunda-feira, 1 de Novembro de 2010

Do coração que é parvo

 

Há uma miúda, a Blue, que diz que o coração é parvo. Se é parvo ou não, essa não é a questão. O que conta, o que importa mesmo, é o que se sente, o que alguém nos faz sentir. Porque acreditem, podemos estar com uma pessoa e não sentir absolutamente nada - o coração em estado de repouso condicionado como se a velhice tivesse tomado conta de nós antes do tempo; podemos cruzar o caminho de outro e sentir o coração bater descompassado - ah, afinal estou viva, ai como bate este coração, de um vermelho fulgurante que me trespassa a alma.

E ao passar por esse alguém na rua, sentimos o coração bater a mil. Ao vislumbrar um só pedacinho seu, sentimos o abalo do coração. E isso, meus amigos, é a forma do coração vos dizer: segue naquela direcção.

O que fazes parada(o)? Corre! Segue o (teu) coração.

 

 

 

 

 

Pouco importa como começou (ou como começam) todos os assuntos do coração. De alguma forma começam, mesmo sem se procurar, mesmo sem se saber, mesmo sem nos apercebermos logo de seguida. Começam. Acontecem. Dão-se. Damo-nos.

 

 


It started out as a feeling
Which then grew into a hope
Which then turned into a quiet thought
Which then turned into a quiet word

And then that word grew louder and louder
'Til it was a battle cry

 

 

O coração quando sente, não nega. Negamos nós por ele, batendo o pé, incrédulos a princípio, e logo depois, contrariados por algo que sabemos não poder controlar. Finalmente, assumimos o que prova ser inegável: é impossível contrariar algo que já faz parte de nós. Seria negarmo-nos a nós próprios. Negarmos quem somos. Tentamos, todavia, calar o coração. Amordaçamo-lo. Sequestramo-lo. Fazemos dele refém. Mas ele não se cala. Ele não cede. Ele não verga. Procuramos então seguir outro caminho, percorrer um atalho, desviar por uma estrada secundária.

Queremos ludibriá-lo, e ele apercebe-se disso. Dispara continuamente balas de sentimentos. Tiros certeiros. Acerta-nos com cada um deles, e nós aguentamos, tentamos manter o passo firme, mas começamos a sentir a fraqueza,  sentimos o sangue esvair-se, quase tombamos, procuramos apoio, voltamos a erguer a postura, buscamos as forças para continuar, não sei eu onde, mas percebemos que não dá. Pensamos então que o melhor será então voltar atrás, mas nisto do coração não há voltar atrás, e ainda melhor do que voltar atrás, é cortar caminho, saltar muros, cair,  esfarraparmo-nos, sangrar mais um bocado, (re)abrir feridas, e levantarmo-nos, mesmo que a muito custo, mas seguir, seguir sempre o coração.

 

 


Never give up loving
Unless you have to
Never leave your lover
Unless you must
Cause it will haunt your
Empty heart forever
Til your body turns to dust

 

 

E se nos perdermos? Não sabemos o caminho. Sabemos onde queremos chegar, o destino, mas não sabemos como chegar lá. Não temos mapas, direcções ou indicações de um posto de turismo qualquer. Não. Temos de nos armar em descobridores e traçar o nosso próprio trilho. Se é difícil? É. Muito. Se encontramos sempre o nosso destino? Nem sempre. Se mesmo assim vale a pena? Vale. Quanto mais não seja porque nos vamos encontrando a nós pelo caminho. E só por isso, vale a pena.

 

 

I never loved nobody fully
Always one foot on the ground
And by protecting my heart truly
I got lost in the sounds
I hear in my mind
All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind all this music

And it breaks my heart
And it breaks my heart
And it breaks my heart
It breaks my heart

And suppose I never ever met you
Suppose we never fell in love
Suppose I never ever let you kiss me so sweet and so soft
Suppose I never ever saw you
Suppose we never ever called
Suppose I kept on singing love songs just to break my own fall
Just to break my fall
Just to break my fall
Break my fall
Break my fall

All my friends say that of course its gonna get better
Gonna get better
Better better better better
Better better better

 

 

 

P.S. E porque devemos deixar o coração falar, e porque estou farta de litígios entre a razão e o coração, o blogue terá um novo autor. Dentro em breve, o coração falará livremente.


publicado por blue258 às 18:43
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Domingo, 31 de Outubro de 2010

Foge comigo

Porque eu só quero fugir contigo.

 

 

 

P.S. Era o que eu te queria dizer na sexta. Vamos fugir. Os dois. Voltamos na segunda. Talvez... quem sabe. Pode ser que o meu coração faça do teu refém, e não mais o deixe partir. Pode ser que o calor do meu derreta o gelo do teu, e te envolva e entonteça. Deixa-te ir: eu seguro-te nos meus braços. Não te deixarei cair. Deixa que o meu coração nos leve. Até onde ele quiser.

 

 

música: Birds - Kate Nash

publicado por blue258 às 11:25
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