Sábado, 24 de Dezembro de 2016

E de resto, que tens feito Blue?

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publicado por blue258 às 01:03
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Quarta-feira, 4 de Março de 2015

Contos de fadas à luz de uma objectiva

O talento de Margarita Kareva aliado à magia dos contos de fadas. O resultado não podia ser senão fabuloso:

 

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© Margarita Kaneva

 

 Conheci o trabalho de Kaneva através do Bored Panda - aproveitem e façam "gosto" na página se ainda não conhecem porque vale mesmo a pena. Podem ler mais sobre a autora aqui,  aqui e ainda aqui, podendo passear pelos seus trabalhos encantados no  Pinterest se gostaram do que viram. Não se esqueçam de deixar migalhinhas pelo caminho ;)

 

 

 


publicado por blue258 às 00:58
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015

Love it!

 

Prynt, impressão instantânea das fotos do smartphone ao estilo vintage

 

 

 

 

 

Adorei o conceito - é como ter uma Polaroid - só me falta mesmo um smartphone para colocar o Prynt na minha wishlist :)

 

 

Nota: Pelos vistos a  Polaroid vai lançar este ano algo do género: The Polaroid Zip Instant Mobile Printer


publicado por blue258 às 00:12
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

<3 Annie Leibovitz

 

 

 

Para quem ainda não viu o trabalho completo basta seguir o link: 

Annie Leibovitz’s Image Gallery of Disney Dream Portraits – Celebrities as Disney Characters

 


publicado por blue258 às 14:42
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Sábado, 10 de Maio de 2014

Wabi-sabi

 

 

 

*Pinterest


publicado por blue258 às 01:09
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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

Da lua e dos roubos encadeados

 

 

 

 

«É em dias assim que as almas mais próximas se podem tocar»

 

 AlienSoul

 

 

©blue258

 

 

Quinta-feira passada, em casa de uma amiga. A lua estava deslumbrante. A lareira acesa lá dentro, e eu,  apesar da noite um pouco fria, cá fora, a disparar a objectiva vezes sem conta como se a lua mudasse a cada minuto. A lua estava deslumbrante. O meu olhar fixo nela, e o meu pensamento, a 40 km dali. E eu sei em quem estava a pensar. E eu sei o que estava a sentir. Por isso me dizem tanto as palavras que se seguem.

 

 

 

  

«Esse silêncio

Essa dor

Essa nostalgia

Traz tudo isso contigo

-(quando vieres)

 

E vem

vem ter comigo

só esta noite

mais uma noite.»

 

 por AlienSoul

 

 


publicado por blue258 às 00:23
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Domingo, 9 de Janeiro de 2011

Luz, cor e... música.

 

 

 

 

©Blue258

 

 

 

 

What can we scrape together
With just the flesh as evidence
Handfuls of hate and the bittersweet ambivalence
'Cause I am pushing cobwebs and I'm folding into myself
Who will find me under this mean sleep

How could the clouds tease us into thinking it might rain
How could the need deceive us into thinking things might change
I had a mean sleep over you and it hurts coming back to life

You could burn a thousand days
And I would need no other light
You could die a thousand ways
And I'd still love you back to life
But my needs rising angry and my loneliness like quicksand
Who will find me under [this] mean sleep?


publicado por blue258 às 21:17
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

...

 

pôr-do-sol | s. m.

 

Momento do dia em que o sol desaparece no horizonte.

 

 

 

O último de 2010.

 

 

O primeiro de 2011.

 

 


 

 

 


publicado por blue258 às 23:23
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Sábado, 11 de Dezembro de 2010

Só para não dizerem que eu agora não partilho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

©Blue258


publicado por blue258 às 21:34
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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

My crimson sunset

 

©Blue258

 

 

 

Se há local que eu procuro quando quero acalmar as ideias, é a praia. A minha praia de eleição. Aquela praia. Aquela. Algo de muito particular sucede neste lugar perigosamente mágico. O silêncio ensurdecedor do mar. A força retemperadora das águas. A calma aparente da areia. O perdermos o olhar no horizonte para apenas o encontrarmos depois, ali.

É aqui que venho quando quero silenciar o que me assalta o pensamento. É aqui que encontro a calma e a serenidade que, por vezes, me parecem faltar. Quase sempre consigo deixar que o vento me trespasse o corpo. Que o marulhar me trespasse a alma. É um libertar e um esquecer simultâneos. Não sei como é possível este libertar e esquecer; penso que seja possível pelo facto de nos esquecermos de nós próprios,  mesmo que por breves momentos, ou de nos libertarmos daquilo que nos prende. Mas conseguimos. De alguma forma que eu não consigo precisar, conseguimos. Por vezes, e também não sei agora se pela aparente calma do mar nesse dia, se pela insurreição tenebrosa do nosso espírito nessa hora, há dias em que os pensamentos não são silenciados, não, assiste-se apenas a uma redução do volume, são como que colocados em segundo plano, reduzidos a barulho de fundo.

 

Se há momento que adoro, é mesmo o do  pôr-do-sol. Espero sentada, maravilhada. Deixo que o sol desapareça por completo. Aprecio as faixas avermelhadas que mantêm decididas a insinuação no horizonte. Provocam o azul do mar, que se mostra repetidamente mais negro. A noite que nos envolve por completo. O frio que nos diz ter chegado a hora de ir para casa. De partir, e deixar o mar para trás.

 

 


The time has come to cast these words from me
And take me to a place where I can be

 

And I’ve seen the crimson sunset shine a thousand times
And I’ve seen the oceans mystique, tide by tide
And I’ve seen all that’s there to be seen
But I can’t seem to find me

 


publicado por blue258 às 21:37
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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

O pôr-do-sol não espera por ninguém

 

©Blue258

 

 

Percorro mais de sessenta quilómetros, apenas para o ver. Para o encontrar, e com ele, abraçar o fim do dia.  O relógio, marca as sete e meia da tarde. As horas, que marcam o seu próprio compasso, outro diferente do meu, dizem-me atrasada. Encontro o mar negro de azul, o vermelho intenso do sol, o pálido branco da lua. E eu, teimosa, sussurro, cheguei, ao abraçar-te.

 

 

 

 

Fly me to the moon
Let me play among the stars
Let me see what spring is like
On Jupiter and Mars
In other words, hold my hand
In other words, darling, kiss me

 

música: Fly me to the moon - Diana Krall

publicado por blue258 às 21:47
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Domingo, 10 de Outubro de 2010

Dos roubos

 

Quando encontramos algo (palavras, fotografias, sentimentos ou momentos), que vai dentro da linha do que andamos a escrever, a pensar ou até a sentir (ou porque simplesmente nos diz tanto), roubamos.

Harold Ross

 

 

 

Não havia luz que te tornasse melhor

 

«Não havia luz que te tornasse melhor. Apagaram-se porque sopraste da frente os pedaços que te ligavam ao mundo. E correste. Correste pela encosta e não deixaste que te apanhasse. Ao invés, troçavas do cansaço dos dias e das horas em que sinto falta de ti.

O que te faz desligar e reinventar todas as vezes que deixamos a nossa casa e nos aventuramos nas vidas dos outros? Queres conquistas? Fazemo-las todos os dias, cada um com mais sorte que o outro. E crescem os dias. Levam-nos com eles as milagrosas manhãs de neblina em que abraçados vencemos o frio e acabámos deitados.

No cimo da encosta que subimos, cada um com sua vontade, escrevemos palavras de amor numa correria desenfreada.

Pelo caminho deixámos a vida que os outros querem para nós e que nos sugerem todos os dias. Mal sabíamos, que um dia, seria a nossa a que chegaria primeiro.»

 

 

Liliano Pucarinho, no night indigo

 

 


publicado por blue258 às 15:05
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Outono

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

© Blue258

 

 

* A terceira fotografia, escolhida a dedo, pela Daniela.

 

 

 

P.S. E não consigo deixar de pensar: quero-te aqui. Aqui.

 

 

P.S.S. Não percebeste? Quero-te. Aqui. Quero-te. Onde quer que eu esteja. Aqui. Comigo. No meu coração. Nos meus braços. Quero-te.

O que é que ainda não percebeste?

 

 

 


publicado por blue258 às 14:02
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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

O pôr-do-sol e os morenos

Ao final da manhã de ontem, e a caminho de Gaia, para almoçar com um amigo, cruzo-me com um belíssimo moreno, trintão, numa carrinha BMW. Ai mãezinha, que tu com um genro destes é que ficavas feliz, penso eu.

 

Almoço com outro moreno, esse, amigo, amigo de longas horas de conversas, de desabafos, raivas, incursões a horas tardias pelo meu computador, risos e boa-disposição. Boa-disposição que eu sabia que não faltaria, tal como a sangria e a belíssima tarde com que Gaia nos brindou. A francesinha comeu-se fria - prova maior que a conversa foi boa - e daí ter continuado numa esplanada  a céu aberto. Quando as pessoas me surpreendem, e pela positiva, quando são ainda mais do que eu já sentia que fossem,  sinto-me tremendamente feliz por terem entrado na minha vida.

 

Parto  com o pôr-do-sol a insinuar-se no horizonte. Faço-me à A28, e não resisto a fazer um desvio pela Póvoa e a dar uso à máquina fotográfica. Mas  não há pôr-do-sol como em Viana. Não há.

 

 

De novo na A28, saio em Esposende - teria de passar lá perto - e aproveito para fotografar os resquícios fulgurantes que pintavam o final de tarde.

 

 

 

 

Perto de casa, não resisto a passar pela praia, a minha praia, o meu cantinho, meu, tão meu, lindo, tão lindo. O azul  negro do mar, as cores que ainda serpenteavam pelo horizonte e uma última fotografia.

 

Entretanto, surge um convite - e de forma totalmente inesperada - para tomar café, à noite, com outro moreno. Este, de olhos azuis. Minha nossa senhora, e que olhos! Concentra-te rapariga, concentra-te.

Passo em casa, tomo banho, vejo as horas, e percebo que já estou atrasada. E eu gosto de ser pontual. Visto os jeans pretos,  calço as  adidas e saio,  prática, desportiva, corpo quente e cabelo ainda molhado. Peço desculpa pelo atraso, bem-educada que eu sou, e brindam-me com um não faz mal, o dia que correu tão bem, não poderia acabar melhor. Sorrio.  A pressa manteve-me quente, enquanto que a noite se mostrava fria. E ai como eu gosto deste frio, que nos  envolve no quente do corpo, este frio que convida a senti-lo e desafia o calor do próprio corpo.

Sento-me na esplanada, já molhada de orvalho, e o café que eu deduzia que durasse entre uma  a duas horas, prolongou-se até às três da manhã. Falamos de coincidências. De estrelas cadentes - embora eu não tenha visto nenhuma, já que aqueles olhos azuis tiveram o dom de obliterar qualquer outra cadência.

 

Volto para casa a pensar noutro moreno, esse, de olhos castanhos, e que por um motivo ou por outro, não parece nunca sair-me do pensamento. Costuma acordar-me pela manhã, acompanha-me na viagem de carro, e muitas vezes distrai-me de tal modo que tenho de lhe pedir que me deixe os pensamentos - preciso de me concentrar, digo-lhe eu. Só aqueles olhos azuis  pareceram arrebatar um pouco da minha atenção. Mas pouco, muito pouco. Adormeço a pensar em morenos. E não mais me lembrei do pôr-do-sol.

 

 

 

 

P.S. Chego a casa, ligo o pc, e lembro-me de outro moreno, amigo, grande amigo, com o qual tinha estado a conversar na noite anterior até horas tardias e a viajar pela China. Ficamos de continuar a conversa. De tarde, também me lembrei de outro morenaço, com o qual a conversa também ficou pendente. O dia tem apenas 24 horas. E morenos a mais! Mas eu sempre disse que gostava era de morenos.

 


publicado por blue258 às 23:19
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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

...

Sou vento. Hoje sou vento. Sou turbulência incontrolável do coração.

 

 

Sábado, 25 de Setembro.

 

 

 

 


publicado por blue258 às 00:20
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