Domingo, 23 de Abril de 2017

Abril

845 páginas de puro deleite entre a escuridão e a luz.

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Estava eu quase na recta final deste livro (na luta entre o querer saber o destino das personagens e o protelar o final do livro), quando dei pela minha inocência a perguntar se caso se pedisse com muito jeitinho ao autor ele acederia a escrever mais uns quantos livros desta saga. Carlos Ruiz Zafón, encanta-nos, prende-nos ao seu imaginário e faz-nos apaixonar pelas suas personagens. Se até aqui eu já era fã dos Sempere, de Fermín e de David Martín, então agora com Alicia e Vargas (dupla que tanto me fez lembrar Lisbeth Salander e Mikael Blomkvist de Stieg Larsson), só me resta mesmo ler as restantes obras do autor.

 

 


publicado por blue258 às 21:07
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Diz que é dia mundial do livro

E assim passou a tarde. 

 

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 Legenda da última foto: Oh, deixa de ler um bocadinho e atira o pau mais uma vez


publicado por blue258 às 18:45
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017

Fevereiro

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publicado por blue258 às 23:56
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Terça-feira, 31 de Janeiro de 2017

Janeiro

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 E cada vez mais encantada com este autor. Segue-se O Labirinto dos Espíritos para completar a tetralogia iniciada com A Sombra do Vento.


publicado por blue258 às 23:32
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Domingo, 15 de Janeiro de 2017

...

— Que espécie de lugar é este? - perguntou.

Peguei-lhe pela mão e conduzi-a devagar o resto do trajecto até chegarmos à grande sala onde se localizava a entrada.

— Bem-vinda ao Cemitério dos Livros Esquecidos, Isabella.

Ela ergueu os olhos para a cúpula de vidro lá no alto e perdeu-se naquela visão impossível de feixes de luz branca crivando uma Babel de túneis, passadiços e pontes que mergulhavam nas entranhas daquela catedral feita de livros.

— Este lugar é um mistério. Um santuário. Cada livro, cada volume que vês, tem alma. A alma de quem o escreveu, e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele.

Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém desliza o olhar sobre as suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se mais forte. Neste lugar, os livros de quem já ninguém se lembra, os livros que se perderam no tempo, vivem para sempre, esperando chegar às mãos de um novo leitos, um novo espírito...

 

Carlos Ruiz Zafón, O Jogo do Anjo


publicado por blue258 às 02:40
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Sábado, 7 de Janeiro de 2017

Quando te dizem,

meta-se na cama e cure essa constipação.

 

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E tu fazes por isso: chá de limão com mel e Carlos Ruiz Zafón.

 

 

 


publicado por blue258 às 22:54
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Domingo, 1 de Janeiro de 2017

...

«Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não escreves, porque não te resta nada para dizer.»

 

 

Miguel Sousa Tavares, No Teu Deserto

 

 

 

 

A publicação com que tinha pensado fechar o ano, é aquela que, muito curiosamente, abre o ano de 2017. Não tendo muito mais a acrescentar só me resta desejar-vos um excelente ano! Feliz 2017!


publicado por blue258 às 23:24
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Sábado, 24 de Dezembro de 2016

2016 em livros

 

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A avaliar pela foto, e, se não me falha nenhum, daria uma média de um livro por mês. O que não é de todo verdade. Comecei O Pintassilgo em Janeiro - esteve na mesinha de cabeceira o ano inteiro até o terminar em Novembro. Cinco estrelas para este livro. Recomendo e se estive com a leitura parada foi por não o poder levar comigo para todo o lado (é grande e pesado e acabaria por o estragar).

O Pavilhão das Peónias é lindo! Adorei e terminei de o ler com a vontade de alterar o final. Madame Sadayakko andou comigo durante meses e, se é verdade que em Março e Abril pouco ou nada li, este foi um livro que me apeteceu arrumar tantas vezes de tão pesaroso que se estava a mostrar. Como sou teimosa (mesmo mesmo teimosa), acabei por o ler mesmo que a muito custo pouco antes do verão. Começa muito bem, mas depois torna-se tão repetitivo: a falta de dinheiro, a fome, a viagem, o alojamento, a falta de dinheiro, a fome e viagem para a cidade seguinte e... repete tudo mais umas quantas vezes.

Adorei A Última Concubina de Lesley Downer e continuei a a saga dos orientais com Madame Mao ou A Imperatriz Orquídea (não tenho agora certeza da ordem). Ainda li Tse-Hi A Última Imperatriz da China e A Linguagem Secreta das Mulheres que tinha comprado na feira do livro no Porto. Em Novembro, depois de terminar O Pintassilgo, li O Miniaturista. Eu costumo dizer que não sou eu que escolho os livros: são eles que me escolhem a mim. E é bem verdade. Entrada directa no meu top de livros para ambos.

Já em Dezembro li Para onde vão os guarda-chuvas de Afonso Cruz. Queria lê-lo há tanto tempo e Dezembro foi o momento perfeito. Logo a seguir, O Amor é uma carta fechada, que me veio parar às mãos de forma curiosa e absolutamente especial. Esse e No teu deserto chegaram-me das mãos da minha MVM e serviram para reabrirmos a correspondência entre cá e lá. Gostei tanto do livro de Miguel Sousa Tavares que ainda não consegui pegar noutro. Por vezes é assim. E eu deixo. Que eles me escolham :)

 

 

 

 

 


publicado por blue258 às 00:41
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2016

Quando eliminas títulos da tua booklist (i.e. estes já cá cantam)

 

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publicado por blue258 às 00:17
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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016

Procuro

A Última Imperatriz de Anchee Min. 

 

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Que é a sequela deste:

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E que me deixou sem vontade de pegar noutros livros. Agradeço qualquer dica ou informação que me possam dar.

 

 

 


publicado por blue258 às 12:37
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Terça-feira, 23 de Agosto de 2016

Sabes que estás de férias II

Quando não satisfeita com a primeira pesquisa e na busca pelo entendimento de porque-carga-d'água-deixou-An-te-hai-o-casaco-no-túmulo-do-imperador, descobres que há uma sequela e tu tens porque tens de ler esse livro já.


publicado por blue258 às 03:36
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016

1 livro para ler, 1 filme para ver

 

 

No Coração do Mar é um relato empolgante de um naufrágio tão relevante no seu tempo como o do Titanic atualmente. A aventura do Essex inspirou Herman Melville a escrever o clássico Moby Dick.


publicado por blue258 às 23:00
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016

Ainda do Natal e dos livros (sempre dos livros)

A deliciosa tradição islandesa de dar livros no Natal

 

«Há poucos dias, descobri a mais deliciosa tradição de Natal, um hábito magnífico desse pequeno país perdido nas águas frias do norte do Atlântico, que faz as delícias de qualquer viciado em livros.

 Na Islândia, a prenda que todos oferecem no Natal são livros e, pelos vistos, a consoada pode ser passada a ler os livros que recebemos.

 Mais: publicam-se tantos livros antes do Natal que a língua islandesa têm uma palavra só para esse fenómeno:Jólabókaflóð — literalmente, inundação de livros do Natal.»

 

Fiquei a conhecer esta tradição na altura do Natal no Livros & Outras Manias; faltou-me tempo mas tinha de guardar isto no blogue. E que bem que me soa  inundação de livros do Natal. Infelizmente, no naufrágio do Natal só um (sim 1!) veio dar à praia. Pelo menos vale por dois. Até por três.

 

 

E porque Livros nunca são demais... segue-se este texto original de Cláudia Oliveira, encontrado na mesma altura no Inominável. Adorei a sugestão para surpreender; sempre defendo que o embrulho, e a expectativa que ele cria (ou pode criar) são das melhores coisas ao receber um presente.

 

Livros nunca são demais para quem os ama. Quando oiço, “não comprei um livro porque tens muitos” o meu coração chora lágrimas de papel. Eu fico eternamente agradecida quando recebo livros como presente. E só por acaso, apesar dos meus quatrocentos livros, acho que nunca falta espaço para mais um. Mais dois, cinco, dez.

Dou-vos três motivos para não deixarem de oferecer livros a quem gostar muito deles. Primeiro, há sempre mais um na lista de desejados. Lista perma-nentemente a crescer. Segundo, os livros estão com preços de fugir. É dinheiro que se poupa mais tarde. Terceiro, não há nada igual ao cheiro de um livro novo. A surpresa de um título novo, a descoberta de uma história por ler.

É fácil adivinhar o embrulho de um livro. Por isso, deixo-vos mais uma sugestão para surpreender e não cair no “ é sempre a mesma coisa”. Coloquem o livro dentro de uma caixa de cereais velha. Já fizeram isso comigo. Deviam ter visto os meus olhos quando dei com a caixa. Para além dos dias a olhar para aquela prenda debaixo da árvore e tentar descobrir o que seria. Também podem embrulhar o livro dentro de um cachecol. Facilmente vão induzir o presenteado em erro.

Posto isto, uma dedicatória na primeira página é sempre bem-vinda. Um marcador com uma singela frase “Bom Natal” também. Os livros são amor em forma rectangular. Não há como enganar na hora de presentear um amante de livros.

 

 


publicado por blue258 às 22:14
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015

Novembro

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A fórmula repete-se: à medida que se aproximam as últimas páginas, procuramos ler mais devagar, acalmar o passo. É quando começa  a luta entre querer saber como termina e o querer saborear as últimas páginas. No final, é o vazio que fica por termos acabado o livro. Quero mais Lisbeth Salander e Mikael Blomkvist! David  Lagercrantz não é Stieg Larsson, mas não desaponta. Lisbeth e Mikael são sinónimos de sucesso.


publicado por blue258 às 21:24
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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2015

Das coisas boas que nos chegam à caixa do correio III

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publicado por blue258 às 00:12
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