Sexta-feira, 7 de Abril de 2017

Para ti, enquanto não dou à costa.

I watch the water rising The waves that washed away my crown I lit or managed the fire And felt it burn the whole way down

The lights were out on housestep, and empty streets portrayed the sound Of leaves and stones held singing, the head we held still holds us down

But all the smoke still breathing From ashes from beneath our feet Our hopes still long forgotten, and grass still grows where once lay streets

The house that keeps our secrets, the fall before our humble steps These walls like arms embrace us, the door we smash to get back in

We will run back home Cause we're still running back home The noctuous heart beats loudest, the old and steady and content Our painful clocks unwinding, we came we saw we left.

We will run back home Cause we're still running back home And we will run back home Cause we're still running back home

 

Porque é isto mesmo. Rumo a casa. Num caminho que é só meu. 

 

 

música: Jens Kuross - We Will Run
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publicado por blue258 às 21:52
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Domingo, 6 de Março de 2016

...

que nunca te chegue o que não te enche as medidas até transbordar. mas que não te encha de sufoco. sufoco só de sorrisos, de amor que não te caiba no coração, na alma, no corpo todo. que nunca te chegue o que não te faz sentir tanto. que nunca te chegue o que não te toca por dentro. que nunca te chegue o que não te brilha nos olhos e no sorriso. que nunca te chegue o que não te abraça com sabor a casa. que nunca te chegue o que não te salva do mundo. que nunca te chegue o que não te sabe ver de olhos fechados. que nunca te chegue o que não te sabe ouvir em silêncio. que nunca te chegue o que não muda o teu mundo. que nunca te chegue o que não te quer para sempre. que nunca te chegue o que não te cura o coração. que nunca te chegue o que não é amor. nunca menos que amor. que nunca te chegue o que não chega para ficar.

 

(a minha) menina dos abraços

 

 

E eu fico feliz. Fico feliz por saber o que quero, por saber (cada vez mais) quem sou. Posso ainda não saber para onde vou, mas sei que sigo caminho para algum lado. Parar é morrer e eu gosto de ventanias; deve ser por isso que adoro as caminhadas ao longo da praia e nunca me importo com o vento que me assoberba, quase me sufoca. Mas agora eu sei, agora eu sei que só o vento o poderá fazer e porque eu quero, porque eu deixo. Porque o vento pode atrapalhar-me a respiração, mas eu sei que logo a seguir inspiro profundamente e mostro quem é que manda. Deve ser por isso que sempre adorei mergulhar e só agora me apercebo disso. E nadar: a liberdade que sentimos.

E eu fico feliz. Fico feliz por continuar a encontrar o que sinto nas palavras dos outros.Porque andava eu a pensar nisto e eis que leio exactamente o que andava a sentir. Fico feliz por existirem pessoas assim, que são tanto, no meu mundo. Fico feliz porque me completam, porque me sustêm, porque são (lá está) o meu porto de abrigo. Fico feliz por ter tido quem me mostrasse que deixar que me sufoquem está errado. Fico feliz pelas pessoas que entraram na minha vida e me ajudaram a crescer. E devo-lhes tanto. E por isso também fico feliz. 


publicado por blue258 às 15:21
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2014

Oh, let me wear your overcoat, my bones are super chill and all the ponies have gone home

Porque é Dezembro, e o frio já se instalou de mansinho, o frio, aquele friozinho tão bom, que chama a cada esquina das cidades iluminadas, que pede a lareira acesa, o agasalho de lã, o cachecol envolto no pescoço e as mãos nos bolsos. E é quando te vejo (imagino) na rua,  de sobretudo elegante, charme nos lábios e o mesmo brilho no olhar. E é quando me perguntas: és tu, és mesmo tu? E eu apenas te respondo: Não vês o brilho no meu olhar e o sorriso nos lábios?

 

Wonderful Unknown (feat. Greg Laswell) by Ingrid Michaelson on Grooveshark

 

Cinco minutos e um segundo de música é quanto dura este abraço. Para continuar, press replay or repeat :)

música: Wonderful Unknown - Ingrid Michaelson
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publicado por blue258 às 19:17
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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2013

Cartas a ti #1

Pego numa folha amachucada que tinha guardada e volto a ler o que agora me parecem notas soltas do que pensei enviar-te da última vez em que me sentei a escrever cartas. Aliso-a o melhor que posso, e nem sei o que te diga: não eram as palavras erradas, não estavam elas mal escritas. Daí alisar o papel e procurar reanimar a tinta das palavras.

 




5 de Novembro

 

Meu querido, 

 

   Como estás? Como tens passado? O que é feito de ti? Por onde correm os teus passos calmos, onde pára a tua certeza, onde mora a tua confiança? Onde te demoras tu?

 

Começo logo por te bombardear com perguntas, já sabes como sou e eu sei que sabes e aceitas daquela forma que não pede concessões. Aquela forma que até poderia ser dos outros mas que nunca é porque nela colocas tanto de ti; uma forma que eu agora sinto que só podia ser tua.

Sabes que por vezes tenho vontade de conhecer o teu fim de tarde? Perguntar-te como foi o dia. Saber como foi o acordar e o pequeno-almoço no café da esquina. Como foi o teu café depois de almoço. Saber de ti. Saber-te feliz. E enquanto conversamos, perguntas-me pelo meu dia e eu aproveito para contar-te...

 

Contar-te o meu dia, este dia, porque nem todos os dias são dias de te encontrar e abraçar a saudade deste tempo que já foi tanto tempo, tempo que parece não querer parar, tempo que continua a contar os dias, as horas; perde-se nos minutos e já nem conta os segundos. E é nestes dias que aproveito o bálsamo de um abraço, o sossego de um porto seguro, o aconchego do brilho de um olhar.

Dizer-te que hoje decidi, assim do nada, mas a querer algo em concreto, brindar o jantar com um belo tinto.  Abri a garrafa, quase  não deixei respirar e enquanto cozinhava, pensava: não há datas a celebrar, não é uma ocasião especial. Eu não preciso de um motivo qualquer para mimar o dia!, disse para mim mesma e sorri.

 

 

Enquanto te escrevo, tenho uma música a tocar em repeat; faz-me lembrar de ti de uma forma que eu não consigo precisar nem explicar. Sei não precisar. Quis enviar-ta (ei, não há por aí um cd com o meu nome?); juntá-la a esta carta porque a música sempre teve significado, e transcrever parte da letra que me diz tanto e faz sorrir.

 

 

Take me back to your place, 
Show me how to dance 
Let’s go watch the sunset 
With me in your hands 

Fly me on a jetplane, 
Take me to the moon, 
Wherever you go, 
I’ll follow 

 

 

Sabes o que é uma recordação querida? Uma memória que ganha corpo, e eu não sei se é do vinho, do aroma que se instalou pela casa, mas imagino que a poderia guardar numa caixinha. Como um tesouro. 

Ouve. Escuta. Sorri. Discorda ou concorda. Neste refrão vejo a tua cara. Será que ainda te percebo e tu  a mim?

 

Take me in your mustang, 
Let’s go cruise the streets, 
We’ll stay young forever, 
Cos love knows my beat 



Pergunto-me se o dia de hoje marca alguma coisa em especial. Passada. Pelo menos uma coisa te digo: marca o dia em que finalmente me sentei e escrevi uma carta para ti.

 

 

Um abraço. Daqueles. Do tamanho do mundo.


Da tua Blue.



música: Bella Ferraro - Set Me O+n Fire
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publicado por blue258 às 01:48
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Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

...

 

 

 

«...não há mundos perfeitos...pessoas perfeitas...há gestos perfeitos...que encaixam com perfeição...como se tudo no mundo fizesse sentido...como o teu.»

 

 


Tu

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publicado por blue258 às 01:49
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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

E por falar em abraços...

Quando me dás um abraço, porra? Parece que tens medo que te arranque algum pedaço... tu sabes que eu me sei comportar, não sabes? Só abuso das palavras, e mesmo dessas, com jeitinho, e só de vez em quando. Eu não sei o que te diga, gostar é um eufemismo, amar é... parece-me pouco, tão pouco, tão subestimado e ao mesmo tempo tão sobrevalorizado. Hoje diria que te sinto. Sinto-te. Tanto.

 

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publicado por blue258 às 15:00
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Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011

E esta, esta música, veio ter comigo... é minha, tão minha. Sou eu. Hoje, sou eu.

 

 

 

 

"Estou em mim como um soldado que deserta, dá meia volta ao mundo em parte incerta. Não sei como cheguei aqui... quis ser tudo.

Estou mais só do que sozinho, chega mostra-me o caminho, leva-me pra casa. Corre, vem depressa, o tempo voa, só anda às voltas, dá um nó...

 

Não sei como cheguei aqui

Quis ser tudo

Estou mais só do que sozinho
Chega mostra-me o caminho
Leva-me p'ra casa

O tempo voa... o tempo voa

Nem sei como cheguei aqui..."

 

 

Tu, sim tu, tu, chega aqui, mais perto, aproxima-te, mais, mais um pouco, quero falar-te ao ouvido, em sussurro, chega aqui, bem juntinho de mim, mais, mais perto ainda, vou falar-te ao ouvido. E sussurro, devagarinho, tão devagarinho, e páro, olho-te nos olhos, sorriem-me, só eles ouviram, tu não, e eu sorrio também, e os meus brilham, brilham tanto, mas tanto, e eu volto a falar-te ao ouvido, assim devagarinho... ouviste? Ouviste agora?

Chego mais perto, mais perto ainda, encosto o meu corpo ao teu, envolvo-me no teu calor, entrego-me no teu abraço e rendo-me ao teu colo. Posso dormir no teu colo hoje? Deixa-me sonhar contigo... Deixa.

 

 

 

música: Leva-me pra casa - Lúcia Moniz
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publicado por blue258 às 23:21
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Uma gota só... de loucura

A minha Dani, sim, minha, porque também é minha, tão minha, um pedaço minha, um pedaço que é tanto, a minha Dani, já há muito que tem um dedinho para escolher as músicas, e hoje, hoje, pedi-lhe, pedi uma música, queria uma música, porque eu queria, e porque sim. E foi esta. E, como sempre, ela tem o dom de acertar. E a música é linda e ela é linda e eu hoje estou numa de dizer tudo assim de rompante. Tudo de uma vez, sem parar para respirar, sem parar para pensar.

 

 

 

 

 

"Eu sinto os teus passos, na escuridão. Pressinto o teu corpo no ar, aqui... E vou como se o mundo todo fosse sugado para dentro de ti e não houvesse nada a fazer senão deixar-me ir. Pressinto os teus gestos, quando não estás... Procuro os teus sonhos, perdidos
E hoje mais que qualquer outra noite, há qualquer coisa que me fere, que me faz querer tanto ter-te aqui... não importa que às vezes tudo é breve como um sopro, não importa se for uma gota só de loucura que faça oscilar o teu mundo e desfaça a fronteira entre a lua e o sol.

Se o gesto cair assim, despedaçado, se eu não souber recolher, a dor, se te esperar a céu aberto onde se esconde... O que tu és que eu também sou. É que hoje mais que qualquer outra noite, há qualquer coisa que me fere, que me faz querer tanto ter-te aqui...

Não importa se às vezes tudo é breve como um sopro
Não importa se for uma gota só
De loucura que faça oscilar o teu mundo
E desfaça a fronteira entre a lua e o sol"

 

 

 

 

E tu, tu, sim tu, tu que tens uma tag que preenche este blog, tu que és tanto mas tanto, porra tanto, e eu que sou parva, que sou uma tonta, que fazia melhor se estivesse calada, mas olha, hoje, hoje, sinto-te tanto, mas tanto, mas tanto... como se estivesses aqui. Pareço sentir o teu cansaço e quero, mas quero tanto, despir-te o casaco, massajar-te os ombros, beijar-te na testa, nos olhos, no rosto, no pescoço, nas mãos. E sim, hoje sai-me isto tudo, é parvo eu sei, que raios tenho eu hoje, que sinto, que te sinto, assim. Tanto.

 

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publicado por blue258 às 22:35
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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Cartas à Mil Vezes Mais #2

Minha querida MVM,

 

Ainda na semana passada te escrevi, e hoje, sinto ter de te escrever de novo. Apetece-me reler. Reler-me. Relê-lo. Mas sei que no meu blogue não consigo voltar atrás. Não me sinto capaz de reler o tanto que escrevi. Apetece-me voltar atrás no dele, encontrar de novo os pedacinhos que foram meus, que são meus ainda. Sinto que ao mergulhar neles de novo, o sinto mais vivo, mais presente em mim. E sinto precisar disso: de o sentir vivo em mim. De o sentir mais perto.

Amanhã é quarta-feira, e havia um ritual de lhe ligar quase todas as quartas-feiras. E hoje ainda é terça-feira... e já me apetece ligar-lhe. MVM, eu não posso ligar-lhe todas as semanas! Eu não posso dizer-lhe que o quero ouvir, uma vez mais. Eu não quero que pense que...

Que raios faço eu com esta vontade... que me aparece, assim, de mansinho... por vezes ao cair da noite, outras logo ao acordar? Que raios se faz com este sentimento que nos inunda a alma? Será da fase da lua? Do movimento da Terra? Do alinhamento dos planetas? O que será que volta a acordar aquilo que eu pensava adormecido?

Sabes o que seria perfeito? Embalar esta melancolia no doce colo dele. Perfeito. Perfeito. Perfeito. Seria... perfeito. Sim... Perfeito.

 

 

Um abraço, Blue.

 

 

P.S. A nossa amiga Dani, tem o dom de acertar nas músicas. Regra geral, traduzem o que sinto, o que estou a sentir, os caminhos por onde o pensamento se emaranhou de novo nas recordações. Ontem, colocou-me este link, assim, de mansinho, sem dizer nada. Parece que adivinha. Desta vez antecipou-se. É a música que oiço agora enquanto te escrevo. São as notas desta música que acariciam o contorno do rosto dele... tão presente ainda. Tão... tudo.

 

 

 

música: Sem Perguntar - João Pedro Pais
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publicado por blue258 às 21:21
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

You said "L"ove was always and forever... Now I believe you baby. You said always and forever...

 

 

One last kiss one only
Then I'll let you go
Hard for you I've fallen
But you can't break my fall
I'm broken don't break me
When I hit the ground

Some devil some angel
Has got me to the bones
Some devil is stuck inside of me
Why can't I set it free
I wish, I wish I was dead and you were breathing
Just so that you could know
Some angel is stuck inside of me
But can I set you free?

 

 

 

 

 

música: Some Devil - Dave Matthews Band
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publicado por blue258 às 15:57
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Domingo, 23 de Janeiro de 2011

Ó tu, tu, sim, tu. Tu. Esta música é... é. És.

 

O tempo endurece qualquer armadura
E às vezes custa arrancar
Muralhas erguidas à volta do peito
Que não deixam partir nem deixam chegar

O escuro lá fora incendeia as estrelas
As janelas, os olhares, as ruas
Cá dentro o calor conforta os sentidos
Num pequeno reflexo da lua

Enquanto espero percorro os sinais
Do que fomos que ainda resiste
As marcas deixadas na alma e na pele
Do que foi feliz e do que foi triste


Sabe bem voltar-te a ver
Sabe bem quando estás ao meu lado
Quando o tempo me esvazia
Sabe bem o teu abraço fechado

E tudo o que me dás quando és
Guarida junto à tempestade
Os rumos para caminhar
No lado quente da saudade

publicado por blue258 às 18:29
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Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010

Shiuuuu

Sonhei contigo, sabias?

 

 

P.S. É no que dá adormecer a pensar em ti.

 


publicado por blue258 às 03:12
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Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010

E hoje, hoje...

É um daqueles dias em que me vou enrolar nos lençóis, abraçar o frio, e... adormecer a pensar em ti. Em ti.

 

 

 

 

 

P.S. Diz-me, tu diz-me, que isto é tudo fruto do recordar. Deste doce recordar. Diz-me que amanhã ou depois já passou. Diz. Sossega este coração que é parvo.

 

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publicado por blue258 às 02:56
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Tags e pensamentos (ou pensamentos e tags)

Dei por mim, hoje, a perceber que já não penso em ti todos os dias. Estava a pensar em ti. Tenho pensado em ti. Tens-me ocupado o pensamento, tens. Recordava o final do ano passado. O último dia do ano. Lembras-te? Pois lembro-me eu quase como se tivesse sido ontem. Não poderia esquecer a mão que segurou a minha. O braço que me sustentou o corpo. O abraço... O teu abraço do tamanho do mundo.

 

Mas tudo passa. Tudo. Mas há coisas que demoram mais do que outras.

 

 

P.S. E tenho saudades de ver esta tag ser usada. Tenho saudades da pele, da paixão que tinha tomado conta deste blogue.  Que tomou tanto tempo conta do blogue. (De mim.) Deste blogue que já foi tanto... tanto.

 

 

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publicado por blue258 às 02:06
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Domingo, 12 de Dezembro de 2010

What in this world keeps us from falling apart

E a tarde acorda em mim a necessidade de me sentir inteira. Completa. De sentir o meu mundo encerrado num abraço. Naquele abraço. No teu.

 

*

 

I had to escape, the city was sticky and cruel
Maybe i should have called you first
But i was dying to get to you
I was dreaming while i drove
The long straight road ahead
Could taste your sweet kisses
Your arms opened wide
This fever for you is just burning me up inside

I drove all night to get to you, is that alright?
I drove all night, crept in your room
Woke you from your sleep, to make love to you
Is that alright? I drove all night

 

 

 

 

P.S. Ó gente, não resulta sentirmos as coisas e calarmo-nos. Não resulta. Silenciarmos o que amamos, o que odiamos, o que sentimos. Não resulta. Parece tão simples como carregar no mute. Mas esquecemos que nos calamos a nós próprios. E isso nunca é bom. Não pode ser bom.

 

 

 

 

* Não conhecia esta versão. Só tenho de agradecer ao David Fonseca pelo seu bom gosto tremendo.

 


publicado por blue258 às 15:52
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