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Blue 258

Blue 258

Séries #2

31
Out13

Da paixão assumida por vampiros:  The Vampire Diaries 

 

 

Uma série ideal para a noite de Halloween e a desculpa perfeita para ficar em casa: lareira acesa, chávenas fumegantes de cacau quente, marshmallows tostados, o aconchego no sofá e o mundo que parou de girar lá fora para podermos saborear cada minuto. 

Com uma banda sonora que merece ser ouvida e vale a pena ter,  esta série é, sem sombra de dúvida, uma das minhas favoritas.

 

 

 

Nota: Em exibição. Novo episódio todas as quintas-feiras (EUA).

 

Em modo Halloween

30
Out13

Gosto de compota de abóbora, frutos secos, maçãs assadas com canela, marshmallows, cacau quente e camisolas de lã. Gosto da decoração do Outono e das suas cores lá fora. Gosto de ter o Outono dentro de casa.

Porque o Halloween é uma desculpa para sair: casacos  e cachecóis a enfrentar o frio, mãos dadas, sorrisos felizes. Ou para ficar dentro de casa: o crepitar de uma lareira, o aconchego, o cheiro a canela, um bom livro, uma boa série.  O Halloween é...

 

 

Uma época que se torna especial*

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*3 anos

Séries #1

27
Out13

O frio começa a instalar-se de mansinho, e com ele, nada melhor do que o aconchego do sofá e um bom livro ou a nossa série preferida. E assim começa uma nova rubrica aqui no blogue,  com aquela que é a minha série de há tanto tempo, aquela que é, sem dúvida alguma, a  minha série  do coração: Bones

 

 

 

Porque há algo que me apaixona - a relação existente entre as personagens - porque eu acredito que muito do que estes actores são transborda para as personagens que interpretam, porque me fazem querer trabalhar num ambiente idêntico, tê-los como colegas/amigos e tomar aquele copo no final do dia no bar do costume. 

Porque há algo que me cativa - a integridade e os valores do Booth - e eu juro que aquele homem é íntegro e decente.  Porque eu adoro a Brennan, o Seeley, Angela, Hodgins, Cam, Caroline e Sweets. Porque quem acompanha sabe de quem falo e nem é preciso dizer mais nada.

 

Porque tem romance à mistura com antropologia e arqueologia forense - confesso que dito desta forma poderá parecer estranho - mas sempre tive uma queda pela arqueologia (e paleontologia) quando era miúda. E o romance, vá, é  a pitada de sal, é o tempero certo. Para tudo.

 

Porque já vai na nona temporada, a banda sonora vale a pena e a música do genérico é dos Crystal Method. O que há aqui para não gostar?

 

 

Nota: Em exibição. Novo episódio todas as segundas-feiras nos EUA.

 

 

...

23
Out13



Lie down with me
And hold me in your arms

And your heart's against my chest, your lips pressed to my neck
I'm falling for your eyes, but they don't know me yet
And with a feeling I'll forget, I'm in love now

Kiss me like you wanna be loved
You wanna be loved
You wanna be loved
This feels like falling in love
Falling in love
We're falling in love



#54 And we sail away

21
Out13

 

 

 

Tu e eu num abraço do tamanho do mundo. O teu. A minha cabeça apoiada no teu peito. Olhos semi-cerrados, como num sonho, a dormir. Mãos que acariciam... a tua pele. Pele, pele, pele. Sempre pele. Apenas pele. Pareces ser pele, pele onde mergulho, onde me delicio, onde me resguardo. Os teus braços seguram os meus, as tuas mãos deslizam: sobem e descem parecendo querer gravar na memória o contorno dos meus braços. Os teus olhos, sempre abertos, desatentos a tudo o resto. 

 

 

 

And then, you whispered these words:

 

Blue, songs are like tattoos
You know I've been to sea before
Crown and anchor me
Or let me sail away

 

 

 

 

Porque há palavras que são tatuagens indeléveis gravadas na pele com tinta invisivel. Porque há momentos que mapeados desenham constelações estreladas. Porque nunca foi preciso dizer adeus. O adeus não se diz, não se escreve, não é para nós. Não chegamos ao fim. Seguimos no caminho que os nossos passos escrevem a cada dia. 

 


You kissed me, held me tight and with our eyes closed you finally said:


Everybody's saying that hell's the hippest way to go
Well I don't think so
But I'm gonna take a look around it though
Blue, I love you

Blue, here is a shell for you
Inside you'll hear a sigh
A foggy lullaby
There is your song from me...

 

 

 

Arte em palavras #1

19
Out13

O Outono chegara sem avisar e trouxera aquela angústia que agora lhe inquietava o peito e roubava o sono.

 

 

*
Conhecendo-a tão bem, procurou-lhe o significado nas folhas, na terra húmida, nos tons dourados que a rodeavam, nas árvores que agora se despiam perante o olhar incrédulo. Preocupava-a a solidão do frio daqueles troncos despidos. Ou seria a sua?
Voltou a abrir o livro que tinha no colo, entrou num sonho, dedilhou as histórias que conhecia de cor, percorreu as palavras que reconhecia como suas, desenhou sorrisos. Quando acordou era Outono. 

 

 

* Imagem via Tumblr

E o Outono chegou

16
Out13

Com a mudança da estação, muda o cenário e o guarda roupa. Arrumam-se as sabrinas, as sandálias, os flip-flops. Saem as botas à rua, abotoam-se os casacos, percorrem-se as ruas repletas de um burburinho delicioso em todo diferente do Verão mas completo da mesma forma. Apetece-nos o chocolate quente, o aconchego daquele lugar especial, a chávena de chá a aquecer-nos as mãos, o aroma da canela, a chuva a bater na vidraça e um bom livro no colo. Sabes-me bem, Outono.

#53 ...

16
Out13

 

 

A casa.  Prática e funcional. Sólida. Elegante e despretensiosa. Um espaço encerrado nas memórias agora habitado pelo som do mar que invade a sala, o vento que percorre as traves de madeira, a luz que ainda ousa reluzir os tons vibrantes e a música que ecoa em cada pedra.  

 

Uma casa, uma história de peles. Escrita na pele pela sede, uma sede que  nunca se saciou, que se sacia a cada dia, que sorve o amanhã.

Uma história de reticencias, faladas, escritas, sentidas, nunca explicadas. Porque há coisas que simplesmente não se explicam.

 

Long days, short nights. Heart rate, sky high. Time flies. Come to me, you know what to do. You say the things that i wanted to hear. But i'm not sure if you are what i need...

Long days, short nights. Heart rate, sky high. Time flies. Can you hear that sound... It's the sound of my heart and it's beating just for you.                                    Hope you feel it too.

 

Uma casa agora vazia. Faltas tu, falto eu. Falta a minha pele na tua. Peles que se tocam, que se falam, que se adivinham a cada gesto. Agora resta o vazio.  A espera. O relógio conta os segundos. Os minutos. E a cada hora os dias tornam-se mais longos. O coração bate compassado com a cadência do mar e é dessa forma (apenas dessa forma) que ainda (sobre)vive. Porque o mar não morre. O mar não morre nunca!

Uma casa visitada por almas errantes que apenas saciam a sede, a sua própria sede, uma sede que se agarra às memórias como os moluscos se agarram às rochas negras. Que se entranha na pele. 

 

Aquela casa na praia, aquela, sem vizinhos por perto...