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Blue 258

Blue 258

Brooklyn

10
Jul15

Sim, eu fui a Paris. E o que tenho eu a dizer? Irra cidadezinha quente e abafada. O sol começa a aquecer o dia, ainda circulas bem por volta das 3 da tarde, chegas às 4 a desejar que chegue o fim da tarde, ei-lo que chega e nada muda - calor calor calor - e tu pedes a noite e a sombra. Cai a noite na cidade e o calor mantém-se. Paris é uma estufa. Ponto. 9 da noite e o mesmo calor, todo o calor, o calor que acumulou todo o dia. Depois a água engarrafada que não é a mesma e tu és de outro pH. Ponto. Depois as casas de banho minúsculas e estares sentada com os joelhos a bater na parede ou na porta. 

 

Mas Paris é linda. É. Já conhecia e adorei voltar. Foi bom passear por Montmartre, ter a imponência do Sacré Coeur nas costas e a cidade aos nossos pés. Descer até Pigalle, passar pelo Moulin Rouge, voltar. Ver a Torre Eiffel ao longe, achá-la mais pequena (óbvio que ao longe é mais pequena) e sentir-me também pequenina. Passear junto do Sena, e rever Notre Dame só por causa do filme. Das gárgulas. Eu adoro as gárgulas. Para uma próxima, voltar ao Louvre, à Torre Eiffel, ao Moulin Rouge. Só porque sim.

 

Oh Blue, mas tu foste a Paris e agora queres ir a Brooklyn? Quero. Em Novembro. Margarida, vamos?

 

 

O momento alto do dia

02
Jul15

Desço no elevador para tomar o pequeno-almoço - ainda meia a dormir, cheia de sono  -  sento-me e entre um croissant e o meu café com leite, escuto uma senhora ao lado a perguntar qual era o caminho (autocarro) para a Torre Eiffel. É aí que acordo e digo para mim mesma: dasse, eu estou em Paris!