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Blue 258

Blue 258

Nem a propósito do frio que se faz sentir

14
Fev16

Brooklyn

10
Jul15

Sim, eu fui a Paris. E o que tenho eu a dizer? Irra cidadezinha quente e abafada. O sol começa a aquecer o dia, ainda circulas bem por volta das 3 da tarde, chegas às 4 a desejar que chegue o fim da tarde, ei-lo que chega e nada muda - calor calor calor - e tu pedes a noite e a sombra. Cai a noite na cidade e o calor mantém-se. Paris é uma estufa. Ponto. 9 da noite e o mesmo calor, todo o calor, o calor que acumulou todo o dia. Depois a água engarrafada que não é a mesma e tu és de outro pH. Ponto. Depois as casas de banho minúsculas e estares sentada com os joelhos a bater na parede ou na porta. 

 

Mas Paris é linda. É. Já conhecia e adorei voltar. Foi bom passear por Montmartre, ter a imponência do Sacré Coeur nas costas e a cidade aos nossos pés. Descer até Pigalle, passar pelo Moulin Rouge, voltar. Ver a Torre Eiffel ao longe, achá-la mais pequena (óbvio que ao longe é mais pequena) e sentir-me também pequenina. Passear junto do Sena, e rever Notre Dame só por causa do filme. Das gárgulas. Eu adoro as gárgulas. Para uma próxima, voltar ao Louvre, à Torre Eiffel, ao Moulin Rouge. Só porque sim.

 

Oh Blue, mas tu foste a Paris e agora queres ir a Brooklyn? Quero. Em Novembro. Margarida, vamos?

 

 

∞ Indefinitely

28
Jun13


When i see your face... When i hear your voice, it seems like the world stops spinning round... Your embrace...

                                            I finally found peace in my mind 

Long days, short nights. Heart rate, sky high. Time flies. Come to me, you know what to do. You say the things that i wanted to hear. But i'm not sure if you are what i need...

Long days, short nights. Heart rate, sky high. Time flies. Can you hear that sound... It's the sound of my heart and it's beating just for you.                                    Hope you feel it too.

 

 

É curioso como o Universo funciona. Os astrónomos dizem que o centro da galáxia cheira a framboesas e a rum. A partir daí, deveríamos estar à espera de tudo. Ou então foi o karma que também enviou um postal de férias de um qualquer canto retorcido da galáxia.  Daí esta música. 

 

Daí a música, daí as palavras, daí a coincidência (ou não), daí a forma como tudo encaixa no seu lugar de forma perfeita. Cada nota. Cada toque. Cada memória dedilhada. 

 

Este grupo Belga, até agora para mim desconhecido, não tarda nada vai tornar-se sensação. Podem acreditar. As imagens do vídeo pertencem à curta-metragem que se segue e que nos retrata o deixar ir aquela pessoa que mais amamos. Quando nos perdemos na dor e nos incontáveis pedacinhos. Quando o que mais queremos é voltar a sentir o toque, o cheiro da pele. A curta é lindíssima e é curioso como o Universo fuciona. E cheira a framboesas e a rum.