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Blue 258

Blue 258

Say what you need to say

24
Out10

 

 

Take all of your wasted honor
Every little past frustration
Take all of your so-called problems,
Better put ‘em in quotations

Say what you need to say

Walking like a one man army
Fighting with the shadows in your head
Living out the same old moment
Knowing you’d be better off instead,
If you could only . . .

Say what you need to say

Have no fear for giving in
Have no fear for giving over
You’d better know that in the end
Its better to say too much
Then never say what you need to say again

Even if your hands are shaking
And your faith is broken
Even as the eyes are closing
Do it with a heart wide open

Say what you need to say

Estórias do rio

25
Jul10

E a estória é esta: estava no meio do rio, sozinha e já com frio, e de tanto tempo à espera, enquanto que o sangue me fervilhava nas veias, pus-me a pensar, vou mas é dar uma alta festa aqui mesmo no rio. Montes de gente e diversão a rodos. Porque é assim que a vida deve ser. Vivida, pelo menos. Pelo menos? Acima de tudo. E não podemos simplesmente passar por ela sem deixar mossa.

 

E porque eu deixei uma margem para atravessar para a outra. Pelo prazer, pelo incêndio que se afigurava no meu sangue. Entretanto vi-me no meio do rio, e insegura em terminar a passagem sozinha para o outro lado, ali me deixei ficar. Para trás não queria voltar, e ao continuar arriscava-me a cair à água e a não ter ninguém naquela margem que me desse a mão. E ali fiquei. E agora penso em fazer ondas e em fazer barulho. Em atirar-me ao rio, agitar as águas, nadar e mergulhar. Em molhar a roupa, em secar-me nessa mesma margem, em repousar e ficar estendida ao sol. E em depois voltar a mergulhar no rio, e sentar-me de novo nas pedras, bem no meio do rio. Porque mesmo sem ter quem me chame da outra margem, decidi nadar pelo prazer de nadar. Sem pena de molhar a roupa.

 

 

Too many shadows in my room
Too many hours in this midnight
Too many corners in my mind
So much to do to set my heart right
Oh it's taking so long i could be wrong, i could be ready
Oh but if i take my heart's advice
I should assume it's still unsteady
I am in repair, i am in repair

Stood on the corner for a while
To wait for the wind to blow down on me
Hoping it takes with it my old ways
And brings some brand new look upon me
Oh it's taking so long i could be wrong, i could be ready
Oh but if i take my heart's advice
I should assume it's still unsteady
I am in repair, i am in repair

 

And now i'm walking in a park
All of the birds they dance below me
Maybe when things turn green again
It will be good to say you know me

Oh it's taking so long i could be wrong, i could be ready
Oh but if i take my heart's advice
I should assume it's still unready
Oh i'm never really ready, i'm never really ready
I'm in repair, i'm not together but i'm getting there
I'm in repair, i'm not together but i'm getting there


E neste momento...

14
Abr10

Só consigo pensar em como esta música me diz tanto. Tanto. Tanto. Em como me lembra uma altura em que me deixei levar, em como me queria deixar levar. E em como levaste... o meu coração. Desde aquele momento. Desde aquela altura. Malandro, porque o levaste, se não o querias? Agora devolve-mo, por favor. Devolve-me este coração que é parvo. Ou então fica com ele. É teu. Também não preciso dele.