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Blue 258

Blue 258

Abril

23
Abr17

845 páginas de puro deleite entre a escuridão e a luz.

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Estava eu quase na recta final deste livro (na luta entre o querer saber o destino das personagens e o protelar o final do livro), quando dei pela minha inocência a perguntar se caso se pedisse com muito jeitinho ao autor ele acederia a escrever mais uns quantos livros desta saga. Carlos Ruiz Zafón, encanta-nos, prende-nos ao seu imaginário e faz-nos apaixonar pelas suas personagens. Se até aqui eu já era fã dos Sempere, de Fermín e de David Martín, então agora com Alicia e Vargas (dupla que tanto me fez lembrar Lisbeth Salander e Mikael Blomkvist de Stieg Larsson), só me resta mesmo ler as restantes obras do autor.

 

 

2016 em livros

24
Dez16

 

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A avaliar pela foto, e, se não me falha nenhum, daria uma média de um livro por mês. O que não é de todo verdade. Comecei O Pintassilgo em Janeiro - esteve na mesinha de cabeceira o ano inteiro até o terminar em Novembro. Cinco estrelas para este livro. Recomendo e se estive com a leitura parada foi por não o poder levar comigo para todo o lado (é grande e pesado e acabaria por o estragar).

O Pavilhão das Peónias é lindo! Adorei e terminei de o ler com a vontade de alterar o final. Madame Sadayakko andou comigo durante meses e, se é verdade que em Março e Abril pouco ou nada li, este foi um livro que me apeteceu arrumar tantas vezes de tão pesaroso que se estava a mostrar. Como sou teimosa (mesmo mesmo teimosa), acabei por o ler mesmo que a muito custo pouco antes do verão. Começa muito bem, mas depois torna-se tão repetitivo: a falta de dinheiro, a fome, a viagem, o alojamento, a falta de dinheiro, a fome e viagem para a cidade seguinte e... repete tudo mais umas quantas vezes.

Adorei A Última Concubina de Lesley Downer e continuei a a saga dos orientais com Madame Mao ou A Imperatriz Orquídea (não tenho agora certeza da ordem). Ainda li Tse-Hi A Última Imperatriz da China e A Linguagem Secreta das Mulheres que tinha comprado na feira do livro no Porto. Em Novembro, depois de terminar O Pintassilgo, li O Miniaturista. Eu costumo dizer que não sou eu que escolho os livros: são eles que me escolhem a mim. E é bem verdade. Entrada directa no meu top de livros para ambos.

Já em Dezembro li Para onde vão os guarda-chuvas de Afonso Cruz. Queria lê-lo há tanto tempo e Dezembro foi o momento perfeito. Logo a seguir, O Amor é uma carta fechada, que me veio parar às mãos de forma curiosa e absolutamente especial. Esse e No teu deserto chegaram-me das mãos da minha MVM e serviram para reabrirmos a correspondência entre cá e lá. Gostei tanto do livro de Miguel Sousa Tavares que ainda não consegui pegar noutro. Por vezes é assim. E eu deixo. Que eles me escolham :)

 

 

 

 

 

Oh Blue, o que andas tu a ler? - take II

23
Ago15

Na cabeceira da cama, juntaram-se estes:

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Terminei ontem "As raparigas que sonhavam ursos": adorei. Sem querer banalizar, mas a verdade é essa, adorei e foi um dos livros que mais me tocaram este ano. Quando me deparei com o livro por mera casualidade, o título chamou-me a atenção, e verdade seja dita, é aquilo que eu designo por brutal. Só lhe mudava o final, mas se assim fosse, já não seria a mesma coisa.

 

De Abril até agora foi assim:

 

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 As Paixões de Júlia, de um dos meus autores preferidos, lido no comboio para Lisboa. Logo a seguir, O Afinador de Pianos - brutal - diferente e inesperado, só não gostei do final. A Rapariga dos Pés de Vidro, idem. A Rapariga no Comboio, já o tinha adicionado à minha wishlist e como o consegui comprar a bom preço, li-o pouco depois de ter sido publicado. Preocupava-me todo o frenesim em volta do livro - temia que ficasse aquém das expectativas - não ficou, eu gostei bastante, no entanto, fiquei a achar que o fogo de artificio me volta dele era a mais. E é. Adorei O Quadro e foi aí que comecei a pensar que estava a acertar na escolha dos livros. A Magia dos Números e o trabalho que me deu arranjar este livro. Uma história linda. 

Oh Blue, e o que é que vais ler agora? 

Fevereiro

28
Fev15

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Bastou ler a sinopse para saber que eventualmente leria este livro. Provavelmente por razões pessoais, e porque acredito que nós somos o que lemos. Chamou-me inicialmente a atenção por ser do mesmo autor de O Mundo de Sofia, livro que eu já queria ler há anos, mas que tardei em comprar. Aproveitei que tinha os dois, e fiz de Fevereiro o mês do escritor norueguês. A Rapariga das Laranjas é uma história que nos toca de uma forma ou de outra; de escrita simples, é a leitura perfeita para uma tarde ou para o fim-de-semana.

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Depois de começar a ler O Mundo de Sofia percebi a razão pela qual este livro é considerado um bestseller e foi traduzido para mais de 50 línguas. Entrou para o meu top 100 de livros.

Janeiro

27
Fev15

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 Presente de Natal, tal como esperado - obrigada aos meus amores que me aturaram e que nos últimos três anos não se esqueceram de me completar a trilogia. Este ano, e sabendo já o que a casa gasta, esperei até Janeiro para o começar a ler; 14 de Janeiro para ser mais precisa; prometi a mim mesma que só ia ler um máximo de 50 páginas por noite; foram, 50, depois foram 100 e depois chegamos às 200 numa noite. Porque Ken Follet é assim. E é por isso que desde que fiquei a conhecer o autor que entrou para a minha lista de autores favoritos.

A trilogia O Século vale a pena ler para quem gosta de um bom romance e principalmente para quem é um apreciador de História como é o meu caso. Gostei imenso do livro apesar de A Queda dos Gigantes (primeiro volume) ter sido de longe o meu predilecto.