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Blue 258

Blue 258

Reler

01
Out10

Estive a reler-me. A viajar pelo tempo de post em post. Porque me apeteceu. Simplesmente por isso. Li coisas lindas, outras parvas, algumas profundas. Relembrei momentos bons, outros maus, outros divertidos e alguns hilariantes. Foi bom reler os menos bons e  senti-los como parte de um determinado momento da minha vida - senti-los ainda meus - mas conseguir relê-los de forma distante. Continuam a dizer-me muito - foram/são meus - mas é como se já não me afectassem de modo algum. Sou como uma simples leitora que acabou de chegar aqui.

 

Notas de rodapé

18
Ago10

Editei os dois posts que ontem quis apagar. E por editar entenda-se apagar o principal do post. Fica lá a nota - post editado - e sempre que virem isto: [...] compreendam que tudo o que eu queria dizer está ali, naquelas reticências caladas. Naqueles três pontinhos mudos. E isto é só para eu não me chatear comigo própria. E pronto. Está feito.

Done

21
Jul10

Foram transformadas em posts todas as minhas anotações daquele noite tão prolífera. Pretendia publicá-los todos ontem, mas dado a extensão do que foi sendo escrito naquela noite, vi-me derrotada pelo cansaço. Agora está. Não me perguntem o que tinha eu naquela noite... nem eu sei. Ainda não sei. Nem sei se alguma vez o vou saber. Mas não interessa. O que importa é sentir. E escrever.

 

 

Logo há mais um texto da casa na praia - casa na praia para os amigos, para os estranhos, casa na praia, aquela, sem vizinhos por perto. Ah! E não se preocupem... este não precisa de bolinha vermelha: é doce, muito doce. Intensamente doce.

 

E logo hoje que era suposto eu ter ido ao bar cubano. Devia ter ido. Devia. Afundar-me em mojito. Oh se devia!

 

Já cá cantam

27
Jun10

Dois posts, os mais recentes, em rascunho. Há muitos para rever, uns para aproveitar, outros para eliminar. Daí precisar de umas férias para pôr ordem na casa. Pintar paredes, mudar os móveis, a decoração. Para além do mais, estou com uma neura que a vontade que tenho é de partir alguma coisa.

E porque não deitar umas paredes abaixo?

 

 

...

12
Jun10

O post anterior, poderá parecer amargo. Não era essa a minha intenção. De todo. Tudo bem, confesso que ontem, quando o comecei a escrever, adivinhava uns contornos bem mais brandos. Está visto que deixar os posts em rascunho é algo a evitar.

Lembrem-se é que quase a totalidade do que escrevemos, retrata um momento, um pensamento. Um pensamento que naquela precisa hora nos trespassou a mente que nem um relâmpago, e a descarga eléctrica resultante desse mesmo fenómeno se propagou veloz e impiedosamente aos dedos.

 

 

E já a seguir, uma musiquinha, que é para aligeirar as coisas.

 

Desbloqueador de posts

27
Abr10

Já não é a primeira vez que me deparo com o mesmo problema: os últimos posts seguem uma determinada linha, e querendo mudar completamente de assunto, a mudança acaba por ser radical. Hoje, lembrei-me disto: desbloqueador de posts. Funciona exactamente como os desbloqueadores de conversa  -  para usar sempre que necessário - qualquer que seja o tema. Ah pois é!

 

Rascunho

08
Ago09

 Quando aqui chego, ao universo dos blogs, retiro a armadura do dia a dia, deponho-a no chão, logo à entrada - que é para, ao sair, não me esquecer de a colocar de novo. Mantenho por vezes o elmo, noutras, encontro-me ainda de espada na mão.

Mas sou eu. Aqui sou eu. Sou eu, intensamente eu - ou pelo menos o quão intensa posso ser. Ou então não. Ainda não sou eu em toda  a minha totalidade.

Porque ainda me refreio. Porque ainda penso e repenso em certos posts. Porque alguns acabo por não os escrever. Porque não escrevo todos os que gostaria. E ainda outros há que são despromovidos à categoria de rascunho - que é o que nós somos no mundo real: um rascunho daquilo que poderíamos ser.