Quarta-feira, 19 de Junho de 2013

Literariamente desvirtuada. Ou não.

É verdade. Estou a desvirtualizar-me literariamente. Já não obedeço meramente à paixão que tenho pelos autores clássicos e contemporâneos e cedo aos blockbusters literários do século. Sei como tudo começou. Conheço bem a sua génese e compreendo-a.

 

Por volta de 2008-2009, o burburinho em volta de A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo, era tremendo. Recordo-me perfeitamente de ter passado, ao de leve, os dedos pela capa. Mas não peguei nele. Andava a ler outros livros ou já distraída com a saga Twilight. Sim, sou fã incondicional de vampiros, e como tal, não poderia deixar de ter lido. Críticas e comparações à parte, Stephenie Meyer conquistou o seu lugar e ninguém lho tira tal como J.K. Rowlings conquistou o seu com Harry Potter. E ambas viram as suas histórias chegar ao cinema e ao sucesso da bilheteira.

Uns anos mais tarde - e eu fui confirmar no blogue a data em que o li pois sabia ter feito uma referência na altura - em 2010, o livro escolheu-me entre tantos outros e eu senti que aquele livro me escolhia. Sempre acreditei que os livros nos escolhem, já vos disse isto. E foi desta forma que o primeiro livro da trilogia Millenium veio comigo para casa. Se querem saber o resto, é só ler aqui

 

Depois veio Haruki Murakami. Não amasse eu a cultura nipónica. Não fosse ele japonês. E criou-se mais uma paixão. Comecei devagarinho com After dark - Os passageiros da noite, e logo depois com A sul da fronteira, a oeste do sol.  Depois veio o primeiro da trilogia 1Q84 (oferecido). Em busca do carneiro selvagem (também oferecido) e os dois últimos da trilogia. Tenho outros do autor em espera, numa readlist que não é anotada mas regista o que ainda quero ler. A paixão instalou-se, e não há mais nada a dizer. Só a ler.

 

And the plot thickens. Veio Game of Thrones, a série. Os livros já por aí andavam. Veio a vontade de os ler. Mas a minha consciência ditou que não, nem pensar. Se começas a ler A Game of Thrones, não terás tempo para mais nenhum (livro), disse-me ela. E eu, como boa menina que sou, acedi. Disse não aos quase dez livros de A Game of Thrones.

 

E pensais vós que a minha vida literária continuou sem problemas? É claro que não. Porque sabemos que há aqui um problema qualquer que já vos referi. A vida decorre, livros são lançados, filmes são estreados e belíssimas adaptações de clássicos são levadas ao cinema. Foi o caso de Anna Karenina e The Great Gatsby. Falo-vos aqui nos filmes, nos livros.

 

Vejo The Hunger Games. Gosto. Sei que é baseado num livro. Pesquiso. Descubro que vendeu um sem número de cópias, que foi traduzido em não sei quantas línguas, e que é, também ele parte de uma trilogia. Abismo. Quero. Tenho de ler. E assim sei que me perdi. 

 

 

 


publicado por blue258 às 17:29
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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

The Great Gatsby

 

 

Um clássico da literatura. Romance de F. Scott Fitzgerald ao som de uma banda sonora do mais delicioso que pode haver: Lana Del Rey, Florence And The Machine, The XX, Sia, Jack White e muitos mais. Do mesmo produtor de Romeo + Juliet e Moulin Rouge (bandas sonoras memoráveis das quais me orgulho de possuir os originais). Escusado será dizer que este já ganhou o lugar na lista dos meus favoritos. Estreia hoje.


P.S. Com Leonardo Dicaprio e Tobey Maguire. Querem mais motivos para ver? A não perder!



 


publicado por blue258 às 18:36
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